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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Det Norsk Bibelselskap (1930) -
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21
|Marcos 9:21|
Og Jesus spurte hans far: Hvor lang tid har han hatt det slik? Han sa: Fra barndommen av;
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22
|Marcos 9:22|
og ofte har den kastet ham både i ild og i vann for å gjøre ende på ham; men om du formår noget, så ha medynk med oss og hjelp oss!
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23
|Marcos 9:23|
Men Jesus sa til ham: Om jeg formår? - Alt er mulig for den som tror.
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24
|Marcos 9:24|
Straks ropte barnets far: Jeg tror; hjelp min vantro!
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25
|Marcos 9:25|
Men da Jesus så at folket løp til, truet han den urene ånd og sa til den: Du målløse og døve ånd! jeg byder dig: Far ut av ham, og far aldri mere inn i ham!
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26
|Marcos 9:26|
Da skrek den og slet hårdt i ham, og fór ut av ham. Og han blev som død, så de fleste sa: Han er død.
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27
|Marcos 9:27|
Men Jesus tok ham ved hånden og reiste ham op; og han stod op.
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28
|Marcos 9:28|
Og da han var kommet inn i et hus, spurte hans disipler ham i enrum: Hvorfor kunde ikke vi drive den ut?
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29
|Marcos 9:29|
Og han sa til dem: Dette slag kan ikke drives ut uten ved bønn og faste.
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30
|Marcos 9:30|
Og da de gikk derfra, drog de gjennem Galilea, og han vilde ikke at nogen skulde få vite om det;
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva