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Det Norsk Bibelselskap (1930) -
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1
|Naum 1:1|
Dette er et utsagn om Ninive - en bok om elkositten Nahums syn.
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2
|Naum 1:2|
En nidkjær og hevnende Gud er Herren, en hevner er Herren og full av harme; en hevner er Herren mot sine motstandere og en som gjemmer på vrede mot sine fiender.
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3
|Naum 1:3|
Herren er langmodig, men han er stor i kraft, og ustraffet lar han aldri den skyldige være. I hvirvelvind og storm har Herren sin vei, og skyer er støvet under hans føtter.
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4
|Naum 1:4|
Han truer havet og tørker det ut, og alle elvene gjør han tørre; Basan visner og Karmel, og Libanons blomst visner bort.
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5
|Naum 1:5|
Fjellene skjelver for ham, og haugene smelter, og jorden hever sig for hans åsyn, jorderike og alle som bor der.
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6
|Naum 1:6|
Hvem holder stand for hans harme, og hvem utholder hans brennende vrede? Hans harme strømmer frem som ild, og fjellene styrter sammen for ham.
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7
|Naum 1:7|
Herren er god, et vern på trengselens dag, og han kjenner dem som tar sin tilflukt til ham.
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8
|Naum 1:8|
Men med en overskyllende flom skal han tilintetgjøre grunnen det* står på, og mørket skal forfølge hans fiender. / {* Ninive.}
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9
|Naum 1:9|
Hvad er det I tenker ut mot Herren? Han skal gjøre ende på eder; trengselen skal ikke komme to ganger.
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10
|Naum 1:10|
For er de enn så sammenflettet som torner og så fulle som deres fullskap kan gjøre dem, så blir de like fullt aldeles fortært som tørr halm.
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Sugestões

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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva