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Det Norsk Bibelselskap (1930) -
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1
|Rute 4:1|
Men Boas var gått op til byporten og hadde satt sig der. Da kom løseren som Boas hadde talt om, nettop forbi, og Boas sa: Kom hit og sett dig her, min venn! Og han kom og satte sig.
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2
|Rute 4:2|
Så kalte han til sig ti menn av byens eldste og sa: Sett eder her! Og de satte sig.
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3
|Rute 4:3|
Derefter sa han til løseren: Den aker som tilhørte vår bror Elimelek, har No'omi solgt, hun som er kommet tilbake fra Moabs land.
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4
|Rute 4:4|
Og jeg tenkte jeg vilde la dette komme til din kunnskap og si: Kjøp den i overvær av dem som sitter her, og av mitt folks eldste! Vil du innløse den, sa gjør det; men hvis ikke, så si mig det, sa jeg kan vite det! For det er ingen til å innløse den uten du og efter dig jeg selv. Han svarte: Jeg vil innløse den.
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5
|Rute 4:5|
Da sa Boas: Når du kjøper akeren av No'omi, kjøper du den også av moabittinnen Rut, den avdødes hustru, for å opreise den avdødes navn på hans arvelodd.
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6
|Rute 4:6|
Løseren svarte: Jeg kan ikke innløse den for mig, for da vilde jeg ødelegge min egen arvelodd; innløs du for dig det jeg skulde løse, for jeg kan ikke innløse det.
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7
|Rute 4:7|
I gamle dager var det skikk i Israel ved innløsning og bytte at den ene part til stadfestelse av saken drog sin sko av og gav den til den andre; dette gjaldt som bekreftelse i Israel.
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8
|Rute 4:8|
Derfor sa løseren til Boas: Kjøp du det! Og med det samme drog han sin sko av.
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9
|Rute 4:9|
Da sa Boas til de eldste og alt folket: I er idag vidner på at jeg har kjøpt av No'omi alt det som tilhørte Elimelek, og alt som tilhørte Kiljon og Mahlon.
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10
|Rute 4:10|
Også moabittinnen Rut, Mahlons enke, har jeg vunnet mig til hustru for å opreise den avdødes navn på hans arvelodd, så den avdødes navn ikke skal bli utryddet blandt hans brødre og i hans hjemsteds port; det er I vidner på idag.
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Sugestões

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19 de agosto LAB 597
DECLARAÇÕES DE AMOR
Jeremias 30-32
Certa vez, um rapaz muito tímido apaixonou-se por uma moça. Ele não tinha coragem, de jeito nenhum, de ir até àquela moça, para declarar o seu amor por ela. Topânio era bem entendido nos assuntos da colônia. Conhecia bem os produtos da roça, entendia de animais... Mas lidar com “sentimentos”, para ele, era como ter que domar um “bicho de sete cabeças”. Resumindo, o rapaz não sabia como “chegar na moça”.
Então Topânio foi aconselhar-se com um caboclo mais velho que ele, a quem ele julgava ser uma pessoa de mais larga experiência. Então aquele compadre disse-lhe:
- Olha, Topânio, você vai até a moça, e fala coisas doces pra ela.
Então, todo animado, o conquistador saiu em busca do troféu. Colocou-se em frente à donzela, e, emudecido, não conseguia dizer uma única palavra. Assustada, a senhorita perguntou-lhe:
- Que é?
Então ele respondeu:
- Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
E, enquanto ele falava, a moça saiu em disparada.
O jovem, sem saber o que fizera de errado, mas muito bravo, voltou ao seu conselheiro. Sua reclamação era a de que a dica falhara. Então o companheiro perguntou-lhe:
- Mas o que você disse?
E Topânio respondeu:
- Falei sobre o que você mandou: coisas doces. Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
O compadre respirou fundo e falou:
- Não, meu amigo, você tem que falar sobre aquilo que existe dentro de você...
- Ah, entendi...
E, de volta ao seu alvo, colocou-se, mais emudecido ainda, perante a jovem. Ela, agora mais assustada, voltou a perguntar:
- Que é?
- E o Topânio respondeu:
- Bofe, Fígado, Coração, Espinhela, Tripa, Guela...
E você já pode imaginar o resto da história.
Se você procurar, na internet, vai encontrar uma série de serviços de declaração de amor disponíveis. Trata-se de fazer pelo apaixonado o que ele deveria fazer mas não consegue: cortejar a conquistanda. Você acha que dá certo: amor por encomenda, enlatado, pré-formatado, pré-cozido ou pré-moldado? É óbvio que não. Uma triste decepção, seria receber, da pessoa amada, uma carta de amor, achar a carta linda e maravilhosa, e depois ficar sabendo que essa pessoa pagou, a um desconhecido, pela criação da carta, sobre a qual ela nem conhece o conteúdo. Não seria uma grande decepção? Sim! Porque o amor tem que ser sincero e genuíno; precisa ser, realmente, oriundo do mais profundo interior do ser, e além disso, ser demonstrado com arte.
Deus faz muitas declarações de amor por você. Ele É amor, e sabe demonstrar isso com divindade: “Com Amor eterno eu te amei; por isso, com benignidade te atraí”.
Quer mais? Na leitura de hoje.
Valdeci Júnior
Fátima Silva