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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Darby Version -
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11
|2 Crônicas 17:11|
And some of the Philistines brought Jehoshaphat gifts and tribute-silver. The Arabians also brought him flocks, seven thousand seven hundred rams, and seven thousand seven hundred he-goats.
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12
|2 Crônicas 17:12|
And Jehoshaphat waxed exceeding great; and he built in Judah castles and store-cities.
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13
|2 Crônicas 17:13|
And he had much business in the cities of Judah; and men of war, strong and valiant, in Jerusalem.
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14
|2 Crônicas 17:14|
And these are the numbers of them according to their fathers' houses. Of Judah the captains of thousands: Adnah the captain, and with him three hundred thousand mighty men of valour;
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15
|2 Crônicas 17:15|
and next to him was Johanan the captain, and with him two hundred and eighty thousand;
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16
|2 Crônicas 17:16|
and next to him, Amasiah the son of Zichri, who willingly offered himself to Jehovah; and with him two hundred thousand mighty men of valour.
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17
|2 Crônicas 17:17|
And of Benjamin: Eliada, a mighty man of valour, and with him two hundred thousand, armed with bow and shield;
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18
|2 Crônicas 17:18|
and next to him was Jehozabad, and with him a hundred and eighty thousand ready prepared for war.
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19
|2 Crônicas 17:19|
These were they that waited on the king, besides those that the king had put in the fortified cities throughout Judah.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva