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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Darby Version -
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11
|2 Crônicas 36:11|
Zedekiah was twenty-one years old when he began to reign; and he reigned eleven years in Jerusalem.
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12
|2 Crônicas 36:12|
And he did evil in the sight of Jehovah his God; he humbled not himself before the prophet Jeremiah speaking from the mouth of Jehovah.
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13
|2 Crônicas 36:13|
And he also rebelled against king Nebuchadnezzar, who had made him take oath by God; and he stiffened his neck, and hardened his heart from returning to Jehovah the God of Israel.
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14
|2 Crônicas 36:14|
All the chiefs of the priests also, and the people, increased their transgressions, according to all the abominations of the nations; and they defiled the house of Jehovah which he had hallowed in Jerusalem.
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15
|2 Crônicas 36:15|
And Jehovah the God of their fathers sent to them by his messengers, rising up early and sending; because he had compassion on his people and on his dwelling-place.
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16
|2 Crônicas 36:16|
But they mocked at the messengers of God, and despised his words, and scoffed at his prophets, until the fury of Jehovah rose against his people, and there was no remedy.
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17
|2 Crônicas 36:17|
And he brought up [against] them the king of the Chaldees, and slew their young men with the sword in the house of their sanctuary, and spared not young man nor maiden, old man nor him of hoary head: he gave [them] all into his hand.
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18
|2 Crônicas 36:18|
And all the vessels of the house of God, great and small, and the treasures of the house of Jehovah, and the treasures of the king and of his princes, he brought all to Babylon.
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19
|2 Crônicas 36:19|
And they burned the house of God, and broke down the wall of Jerusalem, and burned all the palaces thereof with fire, and all the precious vessels thereof were given up to destruction.
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20
|2 Crônicas 36:20|
And them that had escaped from the sword he carried away to Babylon; and they became servants to him and his sons, until the reign of the kingdom of Persia;
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva