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Darby Version -
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1
|Amós 5:1|
Hear this word, a lamentation, which I take up against you, O house of Israel.
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2
|Amós 5:2|
The virgin of Israel is fallen; she shall no more arise: she is cast down upon her land; there is none to raise her up.
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3
|Amós 5:3|
For thus saith the Lord Jehovah: The city that went forth a thousand shall have a hundred left, and that which went forth a hundred shall have ten left, for the house of Israel.
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4
|Amós 5:4|
For thus saith Jehovah unto the house of Israel: Seek ye me, and ye shall live.
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5
|Amós 5:5|
And seek not Bethel, neither go to Gilgal, and pass not to Beer-sheba; for Gilgal shall surely go into captivity, and Bethel shall come to nought.
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6
|Amós 5:6|
Seek Jehovah, and ye shall live; lest he break out like fire in the house of Joseph, and devour [it], and there be none to quench [it] in Bethel.
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7
|Amós 5:7|
Ye who turn judgment to wormwood, and cast down righteousness to the earth,
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8
|Amós 5:8|
[seek him] that made the Pleiades and Orion, and turneth the shadow of death into the morning, and maketh the day dark with night; that calleth for the waters of the sea, and poureth them out upon the face of the earth: Jehovah is his name.
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9
|Amós 5:9|
He causeth destruction to break forth suddenly upon the strong, and bringeth destruction upon the fortress.
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10
|Amós 5:10|
They hate him that reproveth in the gate, and they abhor him that speaketh uprightly.
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Sugestões

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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva