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Darby Version -
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1
|Cantares 5:1|
I am come into my garden, my sister, [my] spouse; I have gathered my myrrh with my spice; I have eaten my honeycomb with my honey; I have drunk my wine with my milk. Eat, O friends; drink, yea, drink abundantly, beloved ones!
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2
|Cantares 5:2|
I slept, but my heart was awake. The voice of my beloved! he knocketh: Open to me, my sister, my love, my dove, mine undefiled; For my head is filled with dew, My locks with the drops of the night.
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3
|Cantares 5:3|
-- I have put off my tunic, how should I put it on? I have washed my feet, how should I pollute them? --
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4
|Cantares 5:4|
My beloved put in his hand by the hole [of the door]; And my bowels yearned for him.
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5
|Cantares 5:5|
I rose up to open to my beloved; And my hands dropped with myrrh, And my fingers with liquid myrrh, Upon the handles of the lock.
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6
|Cantares 5:6|
I opened to my beloved; But my beloved had withdrawn himself; he was gone: My soul went forth when he spoke. I sought him, but I found him not; I called him, but he gave me no answer.
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7
|Cantares 5:7|
The watchmen that went about the city found me; They smote me, they wounded me; The keepers of the walls took away my veil from me.
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8
|Cantares 5:8|
I charge you, daughters of Jerusalem, If ye find my beloved, ... What will ye tell him? -- That I am sick of love.
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9
|Cantares 5:9|
What is thy beloved more than [another] beloved, Thou fairest among women? What is thy beloved more than [another] beloved, That thou dost so charge us?
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10
|Cantares 5:10|
My beloved is white and ruddy, The chiefest among ten thousand.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva