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Darby Version -
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|Cantares 6:4|
Thou art fair, my love, as Tirzah, Comely as Jerusalem, Terrible as troops with banners:
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5
|Cantares 6:5|
Turn away thine eyes from me, For they overcome me. Thy hair is as a flock of goats On the slopes of Gilead.
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6
|Cantares 6:6|
Thy teeth are like a flock of sheep Which go up from the washing; Which have all borne twins, And none is barren among them.
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7
|Cantares 6:7|
As a piece of a pomegranate are thy temples Behind thy veil.
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8
|Cantares 6:8|
There are threescore queens, and fourscore concubines, And virgins without number:
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9
|Cantares 6:9|
My dove, mine undefiled, is but one; She is the only one of her mother, She is the choice one of her that bore her. The daughters saw her, and they called her blessed; The queens and the concubines, and they praised her.
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10
|Cantares 6:10|
Who is she that looketh forth as the dawn, Fair as the moon, clear as the sun, Terrible as troops with banners?
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11
|Cantares 6:11|
I went down into the garden of nuts, To see the verdure of the valley, To see whether the vine budded, Whether the pomegranates blossomed.
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12
|Cantares 6:12|
Before I was aware, My soul set me upon the chariots of my willing people.
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13
|Cantares 6:13|
Return, return, O Shulamite; Return, return, that we may look upon thee. -- What would ye look upon in the Shulamite? -- As it were the dance of two camps.
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Sugestões

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10 de janeiro LAB 376
EGOLATRIA
Gênesis 31-33
Você está fugindo de alguma coisa? Quero convidá-lo a fugir. Vamos fugir? O quê? Precisamos fugir da idolatria. Talvez você imagine que não precisa fugir da idolatria, por não ter nenhum santuário cheio de imagens em casa. Mas cada um de nós corre o risco de idolatrar alguma coisa até mesmo secular. Na leitura de hoje, tem a história de pessoas que estavam muito apegadas a itens não-religiosos.
Muitos, ao ler Gênesis 31, encabulam-se em pensar numa possível conivência da parte de Deus, permitindo que seus patriarcas fossem religiosos idolátricos. E a pergunta é: “As estatuetas que Raquel roubou denotam que Jacó era idólatra?”
As estatuetas que as pessoas da família de Abraão usavam e que aparecesse na nossa Bíblia traduzidas como ídolos ou deuses, na realidade, não eram adoradas por eles.
No original hebraico, a palavra é “terafim”. Eram bonequinhos de barro usados como documentação de propriedades. Quem os possuía era dono dos bens materiais a que se referiam, como se fosse a escritura de uma fazenda.
Muitos anos depois, as pessoas passaram a adorar essas estatuetas. Daí sim, elas passaram a ocupar o contexto de idolatria. Por isso, vem a confusão ao se interpretar o texto hebraico do Antigo Testamento em saber se o terafim era um objeto de documentação ou de adoração.
No caso da família de Abraão, se você analisar bem o contexto, verá que a importância que as estátuas tinham para eles era de documentação e não de adoração porque:
a) Na fuga de Jacó e Raquel, com a perseguição de Labão, a motivação de seus confrontos era a preocupação com os bens materiais, a herança, o salário, etc.;
b) Eles não aparecem orando ou preocupados com a veneração a esses objetos;
c) Nessa história, eles sempre adoram ao Senhor;
d) Raquel chega a sentar-se em cima das estatuetas - ela jamais faria isso com o que considerasse santo.
A única idolatria que poderia estar se passando por ali era a de colocar os bens materiais na frente de Deus, nas prioridades do coração. Essa é a mesma idolatria na qual corremos o risco de cair hoje, pois onde está o nosso tesouro, também está o nosso coração (Mateus 6:21). Mas, nesse caso, o problema não está com o objeto idolatrado e sim com a disposição mental da pessoa relacionada ao objeto. O maior inimigo do homem é ele próprio. Nossa tendência é amar tanto o nosso ego, ao ponto extremo de colocá-lo acima de Deus. A egolatria também é pecado, porque nos aliena do Pai que está no Céu.
Lembre-se sempre de dar toda a honra, glória e louvor somente a Deus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva