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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Darby Version -
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31
|Deuteronômio 28:31|
Thine ox shall be slaughtered before thine eyes, and thou shalt not eat thereof; thine ass shall be snatched away from before thy face, and shall not return to thee; thy sheep shall be given unto thine enemies, and thou shalt have none to recover them.
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32
|Deuteronômio 28:32|
Thy sons and thy daughters shall be given unto another people, and thine eyes shall look, and languish for them all the day long; and there shall be no power in thy hand [to help it].
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33
|Deuteronômio 28:33|
The fruit of thy ground and all thy labour, shall a people that thou knowest not eat up; and thou shalt be only oppressed and crushed continually.
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34
|Deuteronômio 28:34|
And thou shalt be mad through the sight of thine eyes which thou shalt see.
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35
|Deuteronômio 28:35|
Jehovah will smite thee in the knees and in the legs with evil ulcers, whereof thou canst not be healed, from the sole of thy foot unto the top of thy head.
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36
|Deuteronômio 28:36|
Jehovah will bring thee, and thy king whom thou shalt set over thee, unto a nation that neither thou nor thy fathers have known, and there shalt thou serve other gods, wood and stone.
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37
|Deuteronômio 28:37|
And thou shalt become an astonishment, a proverb, and a byword, among all the peoples whither Jehovah shall lead thee.
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38
|Deuteronômio 28:38|
Thou shalt carry much seed out into the field, and shalt gather little in; for the locust shall devour it.
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39
|Deuteronômio 28:39|
Thou shalt plant and till vineyards, but shalt drink no wine, nor gather [the fruit]; for the worms shall eat it.
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40
|Deuteronômio 28:40|
Olive-trees shalt thou have throughout all thy borders, but thou shalt not anoint thyself with oil; for thine olive-tree shall cast its fruit.
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Sugestões

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30 de janeiro LAB 396
TRABALHO ABENÇOADO
Êxodo 37-38
Vamos trazer o pano de fundo de Êxodo 37-38 para uma comparação com algo que acontece, de forma semelhante, em toda a História. Esses bastidores também têm tudo a ver com o mundo atual em que vivemos. E as lições são muitas.
A inteligência é uma dádiva. Deus a concede à humanidade para beneficiar-lhe. E o ser humano usa-a para o seu malefício, provocando sua própria destruição em um processo vicioso de regressão dos valores e dos princípios.
Para solucionar os problemas de sobrevivência e conceder bem-estar às pessoas – que vivem em um mundo degradado – Deus concede-lhes a capacidade de produzir inventos poderosamente bons. Gutenberg inaugurou a imprensa com a frase “Pai nosso que estás nos Céus” e, logo em seguida, editou a Bíblia para a salvação de muitos. Isso evoluiu tanto, que hoje trocamos as informações gráficas virtualmente. Nossos computadores, interligados em rede, nos proporcionam essa bênção. Que benefício para os universitários!
Mas, na proporção que essas bênçãos são dadas aos seres humanos, eles, infelizmente, transformam-nas em degradação moral. Você pode perceber isso, de maneira muito clara, quando passa por uma banca de revistas e vê que a literatura ali existente, quase em sua totalidade, é um borrão para a alma. Ou, quando as estatísticas comprovam que o mercado pornográfico fatura bilhões e bilhões de dólares, especialmente pela mídia digital. É! O mundão em que vivemos é o verdadeiro retrato pintado pela letra de Léo Canhoto na música “O Último Julgamento”. Com isso, o homem sempre inova algo, com aparência e sofisticação superiores ao que já existia, mas com menores soluções para os seus problemas anteriores. Aumenta-se assim, a fraqueza e a autodestruição humanas.
Hoje são inventadas novas tecnologias com a finalidade de ajudar. Ajudarão, por um tempo, até que passarão a atrapalhar, necessitando de novas invenções para remediá-las que, por sua vez, entrarão no mesmo ciclo vicioso. Esse ciclo degenerativo das inovações tecnológicas acontece sob uma análise feita absolutamente no nível da capacidade humana.
Entretanto, o homem pode produzir feitos que não sejam tão “desgraçantes”, mas, pelo contrário, benéficos e duradouros. Como? A arca da aliança, a mesa e os utensílios, o candelabro de ouro e o altar dos holocaustos ainda são lembrados com tanto carinho e têm uma representação no próprio santuário celestial por causa de um diferencial. Foram produzidos com o segredo de Bezalel e seus companheiros de serviço: “Moisés inspecionou a obra e viu que tinham feito tudo conforme o Senhor tinha ordenado. Então, Moisés os abençoou” (Êxodo 39:43).
Entregue seu trabalho a Deus e deixe-O guiá-lo. Certamente, ele não fará parte do ciclo degenerativo das inovações tecnológicas. Vai ser muito abençoado!
Valdeci Júnior
Fátima Silva