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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Darby Version -
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31
|Deuteronômio 32:31|
For their rock is not as our Rock: Let our enemies themselves be judges.
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32
|Deuteronômio 32:32|
For their vine is of the vine of Sodom, And of the fields of Gomorrah: Their grapes are grapes of poison, Bitter are their clusters;
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33
|Deuteronômio 32:33|
Their wine is the poison of dragons, And the cruel venom of vipers.
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34
|Deuteronômio 32:34|
Is not this hidden with me, Sealed up among my treasures?
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35
|Deuteronômio 32:35|
Vengeance is mine, and recompense, For the time when their foot shall slip. For the day of their calamity is at hand, And the things that shall come upon them make haste.
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36
|Deuteronômio 32:36|
For Jehovah will judge his people, And shall repent in favour of his servants; When he seeth that power is gone, And there is none shut up or left.
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37
|Deuteronômio 32:37|
And he shall say, Where are their gods, Their rock in whom they trusted,
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38
|Deuteronômio 32:38|
Who ate the fat of their sacrifices, [And] drank the wine of their drink-offering? Let them rise up and help you, That there may be a protection over you.
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39
|Deuteronômio 32:39|
See now that I, I am HE, And there is no god with me; I kill, and I make alive; I wound, and I heal, And there is none that delivereth out of my hand,
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40
|Deuteronômio 32:40|
For I lift up my hand to the heavens, and say, I live for ever!
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Sugestões

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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva