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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Darby Version -
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|Deuteronômio 3:8|
And we took at that time the land out of the hand of the two kings of the Amorites, that were on this side the Jordan, from the river Arnon to mount Hermon
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|Deuteronômio 3:9|
(the Sidonians call Hermon Sirion, and the Amorites call it Senir):
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|Deuteronômio 3:10|
all the cities of the plateau, and all Gilead, and all Bashan, as far as Salchah and Edrei, the cities of the kingdom of Og in Bashan.
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11
|Deuteronômio 3:11|
For only Og the king of Bashan remained of the residue of giants: behold, his bedstead was a bedstead of iron; is it not in Rabbah of the children of Ammon? its length was nine cubits, and its breadth four cubits, after the cubit of a man.
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12
|Deuteronômio 3:12|
And this land we took in possession at that time. From Aroer, which is by the river Arnon, and the half of mount Gilead, and its cities, I gave to the Reubenites and to the Gadites;
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13
|Deuteronômio 3:13|
and the rest of Gilead, and all Bashan, the kingdom of Og, I gave to half the tribe of Manasseh. (The whole region of Argob, even all Bashan, is called a land of giants.
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|Deuteronômio 3:14|
Jair the son of Manasseh took the whole region of Argob as far as the border of the Geshurites and Maachathites, and called Bashan after his own name, Havoth-Jair, to this day.)
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|Deuteronômio 3:15|
And I gave Gilead to Machir.
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|Deuteronômio 3:16|
And to the Reubenites and to the Gadites I gave from Gilead even to the river Arnon, the middle of the ravine and its border, as far as the river Jabbok, the border of the children of Ammon;
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17
|Deuteronômio 3:17|
the plain also, and the Jordan, and [its] border from Chinnereth as far as the sea of the plain, the salt sea, under the slopes of Pisgah eastward.
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Sugestões

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30 de janeiro LAB 396
TRABALHO ABENÇOADO
Êxodo 37-38
Vamos trazer o pano de fundo de Êxodo 37-38 para uma comparação com algo que acontece, de forma semelhante, em toda a História. Esses bastidores também têm tudo a ver com o mundo atual em que vivemos. E as lições são muitas.
A inteligência é uma dádiva. Deus a concede à humanidade para beneficiar-lhe. E o ser humano usa-a para o seu malefício, provocando sua própria destruição em um processo vicioso de regressão dos valores e dos princípios.
Para solucionar os problemas de sobrevivência e conceder bem-estar às pessoas – que vivem em um mundo degradado – Deus concede-lhes a capacidade de produzir inventos poderosamente bons. Gutenberg inaugurou a imprensa com a frase “Pai nosso que estás nos Céus” e, logo em seguida, editou a Bíblia para a salvação de muitos. Isso evoluiu tanto, que hoje trocamos as informações gráficas virtualmente. Nossos computadores, interligados em rede, nos proporcionam essa bênção. Que benefício para os universitários!
Mas, na proporção que essas bênçãos são dadas aos seres humanos, eles, infelizmente, transformam-nas em degradação moral. Você pode perceber isso, de maneira muito clara, quando passa por uma banca de revistas e vê que a literatura ali existente, quase em sua totalidade, é um borrão para a alma. Ou, quando as estatísticas comprovam que o mercado pornográfico fatura bilhões e bilhões de dólares, especialmente pela mídia digital. É! O mundão em que vivemos é o verdadeiro retrato pintado pela letra de Léo Canhoto na música “O Último Julgamento”. Com isso, o homem sempre inova algo, com aparência e sofisticação superiores ao que já existia, mas com menores soluções para os seus problemas anteriores. Aumenta-se assim, a fraqueza e a autodestruição humanas.
Hoje são inventadas novas tecnologias com a finalidade de ajudar. Ajudarão, por um tempo, até que passarão a atrapalhar, necessitando de novas invenções para remediá-las que, por sua vez, entrarão no mesmo ciclo vicioso. Esse ciclo degenerativo das inovações tecnológicas acontece sob uma análise feita absolutamente no nível da capacidade humana.
Entretanto, o homem pode produzir feitos que não sejam tão “desgraçantes”, mas, pelo contrário, benéficos e duradouros. Como? A arca da aliança, a mesa e os utensílios, o candelabro de ouro e o altar dos holocaustos ainda são lembrados com tanto carinho e têm uma representação no próprio santuário celestial por causa de um diferencial. Foram produzidos com o segredo de Bezalel e seus companheiros de serviço: “Moisés inspecionou a obra e viu que tinham feito tudo conforme o Senhor tinha ordenado. Então, Moisés os abençoou” (Êxodo 39:43).
Entregue seu trabalho a Deus e deixe-O guiá-lo. Certamente, ele não fará parte do ciclo degenerativo das inovações tecnológicas. Vai ser muito abençoado!
Valdeci Júnior
Fátima Silva