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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Darby Version -
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|Deuteronômio 3:8|
And we took at that time the land out of the hand of the two kings of the Amorites, that were on this side the Jordan, from the river Arnon to mount Hermon
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9
|Deuteronômio 3:9|
(the Sidonians call Hermon Sirion, and the Amorites call it Senir):
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10
|Deuteronômio 3:10|
all the cities of the plateau, and all Gilead, and all Bashan, as far as Salchah and Edrei, the cities of the kingdom of Og in Bashan.
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11
|Deuteronômio 3:11|
For only Og the king of Bashan remained of the residue of giants: behold, his bedstead was a bedstead of iron; is it not in Rabbah of the children of Ammon? its length was nine cubits, and its breadth four cubits, after the cubit of a man.
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12
|Deuteronômio 3:12|
And this land we took in possession at that time. From Aroer, which is by the river Arnon, and the half of mount Gilead, and its cities, I gave to the Reubenites and to the Gadites;
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13
|Deuteronômio 3:13|
and the rest of Gilead, and all Bashan, the kingdom of Og, I gave to half the tribe of Manasseh. (The whole region of Argob, even all Bashan, is called a land of giants.
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14
|Deuteronômio 3:14|
Jair the son of Manasseh took the whole region of Argob as far as the border of the Geshurites and Maachathites, and called Bashan after his own name, Havoth-Jair, to this day.)
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|Deuteronômio 3:15|
And I gave Gilead to Machir.
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|Deuteronômio 3:16|
And to the Reubenites and to the Gadites I gave from Gilead even to the river Arnon, the middle of the ravine and its border, as far as the river Jabbok, the border of the children of Ammon;
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17
|Deuteronômio 3:17|
the plain also, and the Jordan, and [its] border from Chinnereth as far as the sea of the plain, the salt sea, under the slopes of Pisgah eastward.
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Sugestões

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10 de março LAB 435
A ESCOLHA DO COMPANHEIRO DE VIDA
Josué 01-13
Lendo “Josué”, pode-se perceber que não era aceitável que israelita algum se unisse em casamento com qualquer pessoa daquela terra que eles estavam conquistando. Isso era uma preocupação preventiva quanto às possíveis violações matrimoniais que poderiam surgir dentro de um casamento. E como essa ainda é uma preocupação válida, pensemos sobre algumas questões importantes na escolha do companheiro de vida.
H. Jackson Brown Jr. - escritor, compositor e artista – deu um presente para o filho um caderno com centenas de ideias e sugestões que havia anotado no decorrer de sua vida. Dentre essas instruções, havia uma que dizia: “Escolha muito bem o seu cônjuge. Dessa decisão única resultarão 90% de toda sua felicidade ou de toda a sua desgraça.” Que verdade!
Geralmente, escolhemos alguém por um ou mais dos seguintes motivos: a)Alcançar uma vida cheia de significado; b)Satisfazer nossas próprias necessidades de amor, aceitação, segurança, reconhecimento e interação; c)Ter alguém com quem compartilhar, com quem desenvolver-nos social, física, intelectual e espiritualmente.
Mas será que os nossos motivos estão certos?
O que levamos em conta ao escolher? A beleza, as experiências, as necessidades, as metas pessoais, os princípios religiosos e a escala pessoal de valores? E para se conhecer?
Pergunto isso porque, emocionalmente comprometidos, temos a tendência de não olharmos de maneira honesta para nós mesmos e para quem estamos amando. Temos medo de descobrir as coisas desagradáveis. No entanto, é imprescindível identificarmos nossos pontos fortes e fracos se quisermos ter sucesso ao escolher e se ajustar com quem casar.
Portanto, se você ainda não escolheu o companheiro da sua vida:
a) Se avalie;
b) Avalie a pessoa com quem quer se casar;
c) Veja até onde vai o respeito;
d) Estude os efeitos das suas possíveis reações.
Se você já é casado, quero propor para o seu casamento um relacionamento que vai além da entrega de uma pessoa à outra. Trata-se de uma relação compartilhada a três. Sim, você compartilhando a pessoa que você ama com uma terceira pessoa: Deus.
Se um casal deseja ter unidade entre si, deve buscar também a união com Deus. Algumas formas de fazer com que o relacionamento com Deus seja real na relação a dois é através da devoção pessoal, da oração, da participação nas atividades da igreja e da coerência em viver a prática do cristianismo que professa.
Quem aceita a direção divina em seus planos e ideais consegue constituir uma família harmoniosa e que valerá a pena, para a sociedade e para as gerações futuras.
Deus se preocupa com o bem-estar do ser humano, inclusive o seu. Ele é o mais interessado na sua felicidade.
Valdeci Júnior
Fátima Silva