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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Darby Version -
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35
|Deuteronômio 32:35|
Vengeance is mine, and recompense, For the time when their foot shall slip. For the day of their calamity is at hand, And the things that shall come upon them make haste.
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36
|Deuteronômio 32:36|
For Jehovah will judge his people, And shall repent in favour of his servants; When he seeth that power is gone, And there is none shut up or left.
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37
|Deuteronômio 32:37|
And he shall say, Where are their gods, Their rock in whom they trusted,
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38
|Deuteronômio 32:38|
Who ate the fat of their sacrifices, [And] drank the wine of their drink-offering? Let them rise up and help you, That there may be a protection over you.
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39
|Deuteronômio 32:39|
See now that I, I am HE, And there is no god with me; I kill, and I make alive; I wound, and I heal, And there is none that delivereth out of my hand,
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40
|Deuteronômio 32:40|
For I lift up my hand to the heavens, and say, I live for ever!
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41
|Deuteronômio 32:41|
If I have sharpened my gleaming sword, And my hand take hold of judgment, I will render vengeance to mine adversaries, And will recompense them that hate me.
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42
|Deuteronômio 32:42|
Mine arrows will I make drunk with blood, And my sword shall devour flesh; [I will make them drunk] with the blood of the slain and of the captives, With the head of the princes of the enemy.
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43
|Deuteronômio 32:43|
Shout for joy, ye nations, with his people, For he avengeth the blood of his servants, And rendereth vengeance to his enemies, And maketh atonement for his land, for his people.
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44
|Deuteronômio 32:44|
And Moses came and spoke all the words of this song in the ears of the people, he and Hoshea the son of Nun.
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva