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Darby Version -
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1
|Jonas 2:1|
And Jonah prayed unto Jehovah his God out of the fish's belly;
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2
|Jonas 2:2|
and he said: I cried by reason of my distress unto Jehovah, and he answered me; Out of the belly of Sheol cried I: thou heardest my voice.
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3
|Jonas 2:3|
For thou didst cast me into the depth, into the heart of the seas, And the flood was round about me: All thy breakers and thy billows are gone over me.
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4
|Jonas 2:4|
And I said, I am cast out from before thine eyes, Yet will I look again toward thy holy temple.
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5
|Jonas 2:5|
The waters encompassed me, to the soul: The deep was round about me, The weeds were wrapped about my head.
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6
|Jonas 2:6|
I went down to the bottoms of the mountains; The bars of the earth [closed] upon me for ever: But thou hast brought up my life from the pit, O Jehovah my God.
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7
|Jonas 2:7|
When my soul fainted within me, I remembered Jehovah; And my prayer came in unto thee, Into thy holy temple.
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8
|Jonas 2:8|
They that observe lying vanities forsake their own mercy.
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9
|Jonas 2:9|
But I will sacrifice unto thee with the voice of thanksgiving; I will pay that which I have vowed. Salvation is of Jehovah.
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10
|Jonas 2:10|
And Jehovah commanded the fish, and it vomited out Jonah upon the dry [land].
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva