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Ett Svenskt Bibeln (1917) -
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1
|Colossenses 4:1|
I herrar, given edra tjänare, vad rätt och billigt är; I veten ju, att också I haven en herre i himmelen.
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2
|Colossenses 4:2|
Varen uthålliga i bönen och vaken i den under tacksägelse.
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3
|Colossenses 4:3|
Och bedjen jämväl för oss, att Gud må åt oss öppna en dörr för ordet, så att vi få förkunna Kristi hemlighet, den hemlighet, för vars skull jag också är en fånge;
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4
|Colossenses 4:4|
ja, bedjen, att jag må uppenbara den med de rätta orden.
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5
|Colossenses 4:5|
Skicken eder visligt mot dem som stå utanför och tagen väl i akt vart lägligt tillfälle.
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6
|Colossenses 4:6|
Edert tal vare alltid välbehagligt, kryddat med salt; I bören förstå, huru I skolen svara var och en.
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7
|Colossenses 4:7|
Om allt vad mig angår skall min älskade broder Tykikus, min trogne tjänare och min medtjänare i Herren, underrätta eder.
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8
|Colossenses 4:8|
Honom sänder jag till eder, just för att I skolen få veta, huru det är med oss, och för att han skall hugna edra hjärtan.
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9
|Colossenses 4:9|
Tillika sänder jag Onesimus, min trogne och älskade broder, eder landsman. De skola underrätta eder om allting här.
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10
|Colossenses 4:10|
Aristarkus, min medfånge, hälsar eder; så gör ock Markus, Barnabas syskonbarn. Angående honom haven I redan fått föreskrifter; och om han kommer till eder, så tagen vänligt emot honom.
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Sugestões

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28 de outubro LAB 667
RESSURREIÇÃO PROFUNDA
Lucas 23-24
Donald Grey Barnhouse estava dirigindo seus filhos até o velório da mãe deles. Num cruzamento da estrada um enorme caminhão passou pela frente deles, temporariamente passando uma grande sombra pelo carro em que estavam. Barnhouse perguntou aos filhos, "Você preferia que a sombra do caminhão ou o próprio caminhão passasse por cima de vocês?" "É claro, a sombra," eles responderam. "É isso que aconteceu conosco," falou Barnhouse. "O falecimento de mamãe é apenas a sombra da morte. O pecador perdido é atropelado pelo próprio caminhão." (Larson, Craig Brian, editor em "Illustrations for Preaching and Teaching from Leadership Journal," Grand Rapids: Baker Book House, 1993, p. 55).
Que garantia temos para dizer isto? Ela está no ponto alto dos dois capítulos que você lê hoje, na sua Bíblia: a ressurreição de Cristo. Don Emmitte, em “Living Illustrations for Effective Preaching” faz lembrar que “se a Páscoa disser qualquer coisa para nós, é que Jesus estará sempre conosco. As pirâmides do Egito são famosas porque abrigaram os corpos mumificados dos antigos reis do Egito. A Catedral de Westminster em Londres é reverenciada porque lá jazem os corpos da nobreza e de Britânicos famosos. O mausoléu de Maomé é notável pelo caixão de pedra e os ossos que contém. O cemitério de Arlington em Washington nos EUA é venerado como o lugar de descanso de muitos Americanos famosos. Mas, o sepulcro de Jesus é famoso, justamente porque está vazio.” Aleluia! Glória a Deus por isso! Esta é a nossa garantia, de que a nossa fé não é vã.
Nos primeiros séculos da era cristã, a borboleta era usada como símbolo da ressurreição. Mas sabemos que isto não é o que melhor simboliza a ressurreição. A marca da ressurreição está nas mãos de Cristo. Percebeu aí na leitura de hoje? As cicatrizes continuam lá, em Suas mãos. Mas... por que?
Se Deus ressuscitou Jesus da morte, por que Ele não restaurou seu corpo? Por que feridas? Por que a marca dos pregos que dava para sentir com as mãos? Será que a palavra do Evangelho está dizendo a nós na nossa espera: "Você não verá a Jesus até enxergar suas feridas"? Para John Vannorsdall, “de alguma forma ou outra, precisamos entender que o Cristo ressuscitado é sempre o Cristo ferido. Vivo, mas, nunca sarado. Livre da morte, mas, marcado para eternidade. Os surdos tem um sinal para Jesus. O dedo do meio de cada mão é colocado na centro da palma da outra mão. Jesus, eles sinalizam, é aquele com as mãos feridas. E quando eles tocam aquele lugar, eles lembram. Eles escutam o nome dEle na sua própria pele”.
Profundo!
Valdeci Júnior
Fátima Silva