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Ett Svenskt Bibeln (1917) -
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|Hebreus 9:1|
Nu hade visserligen också det förra förbundet sina gudstjänststadgar och sin jordiska helgedom.
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|Hebreus 9:2|
Ty i tabernaklet inrättades ett främre rum, vari stodo ljusstaken och bordet med skådebröden; och detta rum kallas »det heliga».
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3
|Hebreus 9:3|
Men bakom den andra förlåten var ett annat rum i tabernaklet, ett som kallas »det allraheligaste»,
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4
|Hebreus 9:4|
med ett gyllene rökelsealtare och förbundets ark, på alla sidor överdragen med guld. I denna förvarades ett gyllene ämbar med mannat, så ock Arons stav, som hade grönskat, och därtill förbundets tavlor.
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|Hebreus 9:5|
Därovanpå stodo härlighetskeruber, som överskyggde nådastolen. Men om vart särskilt av dessa föremål är nu icke tillfälle att tala.
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6
|Hebreus 9:6|
Så blev detta inrättat. Och i det främre tabernakelrummet gå prästerna ständigt in och förrätta vad som hör till gudstjänsten,
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|Hebreus 9:7|
men i det andra går allenast översteprästen in en gång om året, och då aldrig utan blod; och han frambär blodet för sig själv och för folkets ouppsåtliga synder.
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|Hebreus 9:8|
Därmed giver den helige Ande till känna att vägen till det allraheligaste ännu icke har blivit uppenbarad, så länge det främre tabernakelrummet fortfarande äger bestånd.
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9
|Hebreus 9:9|
Ty detta är en sinnebild som avser den nuvarande tiden, och i enlighet härmed frambäras gåvor och offer, vilka dock icke kunna fullkomna, efter samvetets krav, den som förrättar sin gudstjänst,
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10
|Hebreus 9:10|
utan allenast äro utvärtes stadgar -- de såväl som föreskrifterna om mat och dryck och allahanda tvagningar -- stadgar pålagda intill dess tiden vore inne för en bättre ordning.
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva