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Ett Svenskt Bibeln (1917) -
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1
|Habacuque 3:1|
En bön av profeten Habackuk; till Sigjonót.
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2
|Habacuque 3:2|
HERRE, jag har hört om dig och häpnat. HERRE, förnya i dessa år dina gärningar, låt oss förnimma dem i dessa år. Mitt i din vrede må du tänka på förbarmande.
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3
|Habacuque 3:3|
Gud kommer från Teman, den helige från berget Paran. Sela. Hans majestät övertäcker himmelen, och av hans lov är jorden full.
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4
|Habacuque 3:4|
Då uppstår en glans såsom av solljus, strålar gå ut ifrån honom, och han höljer i dem sin makt.
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5
|Habacuque 3:5|
Framför honom går pest, och feberglöd följer i hans spår.
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6
|Habacuque 3:6|
Han träder fram -- därmed kommer han jorden att darra; en blick -- och han kommer folken att bäva. De uråldriga bergen splittras, de eviga höjderna sjunka ned. Han vandrar de vägar han fordom gick.
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7
|Habacuque 3:7|
Jag ser Kusans hyddor hemsökta av fördärv; tälten darra i Midjans land.
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8
|Habacuque 3:8|
Harmas då HERREN på strömmar? Ja, är din vrede upptänd mot strömmarna eller din förgrymmelse mot havet, eftersom du så färdas fram med dina hästar, med dina segerrika vagnar?
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9
|Habacuque 3:9|
Framtagen och blottad är din båge, ditt besvurna ords pilar. Sela. Till strömfåror klyver du jorden.
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10
|Habacuque 3:10|
Bergen se dig och bäva; såsom en störtskur far vattnet ned. Djupet låter höra sin röst, mot höjden lyfter det sina händer.
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Sugestões

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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva