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Ett Svenskt Bibeln (1917) -
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1
|Jonas 2:1|
Men HERREN sände en stor fisk, som slukade upp Jona. Och Jona var i fiskens buk tre dagar och tre nätter.
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2
|Jonas 2:2|
Och Jona bad till HERREN, sin Gud, i fiskens buk.
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3
|Jonas 2:3|
Han sade: »Jag åkallade HERREN i min nöd, och han svarade mig; från dödsrikets buk ropade jag, och du hörde min röst.
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4
|Jonas 2:4|
Du kastade mig i djupet, mitt i havet, och strömmen omslöt mig, alla dina svallande böljor gingo över mig.
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5
|Jonas 2:5|
Jag tänkte då: 'Jag är bortdriven ifrån dina ögon.' Men jag skall åter få skåda upp mot ditt heliga tempel.
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6
|Jonas 2:6|
Vatten omvärvde mig in på livet, djupet omslöt mig; sjögräs omsnärjde mitt huvud.
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7
|Jonas 2:7|
Till bergens grund sjönk jag ned, jordens bommar slöto sig bakom mig för evigt. Men du förde min själ upp ur graven, HERRE, min Gud.
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8
|Jonas 2:8|
När min själ försmäktade i mig, då tänkte jag på HERREN, och min bön kom till dig, i ditt heliga tempel.
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9
|Jonas 2:9|
De som hålla sig till fåfängliga avgudar, de låta sin nåds Gud fara.
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10
|Jonas 2:10|
Men jag vill offra åt dig, med högljudd tacksägelse; vad jag har lovat vill jag infria; frälsningen är hos HERREN!»
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Sugestões

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19 de agosto LAB 597
DECLARAÇÕES DE AMOR
Jeremias 30-32
Certa vez, um rapaz muito tímido apaixonou-se por uma moça. Ele não tinha coragem, de jeito nenhum, de ir até àquela moça, para declarar o seu amor por ela. Topânio era bem entendido nos assuntos da colônia. Conhecia bem os produtos da roça, entendia de animais... Mas lidar com “sentimentos”, para ele, era como ter que domar um “bicho de sete cabeças”. Resumindo, o rapaz não sabia como “chegar na moça”.
Então Topânio foi aconselhar-se com um caboclo mais velho que ele, a quem ele julgava ser uma pessoa de mais larga experiência. Então aquele compadre disse-lhe:
- Olha, Topânio, você vai até a moça, e fala coisas doces pra ela.
Então, todo animado, o conquistador saiu em busca do troféu. Colocou-se em frente à donzela, e, emudecido, não conseguia dizer uma única palavra. Assustada, a senhorita perguntou-lhe:
- Que é?
Então ele respondeu:
- Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
E, enquanto ele falava, a moça saiu em disparada.
O jovem, sem saber o que fizera de errado, mas muito bravo, voltou ao seu conselheiro. Sua reclamação era a de que a dica falhara. Então o companheiro perguntou-lhe:
- Mas o que você disse?
E Topânio respondeu:
- Falei sobre o que você mandou: coisas doces. Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
O compadre respirou fundo e falou:
- Não, meu amigo, você tem que falar sobre aquilo que existe dentro de você...
- Ah, entendi...
E, de volta ao seu alvo, colocou-se, mais emudecido ainda, perante a jovem. Ela, agora mais assustada, voltou a perguntar:
- Que é?
- E o Topânio respondeu:
- Bofe, Fígado, Coração, Espinhela, Tripa, Guela...
E você já pode imaginar o resto da história.
Se você procurar, na internet, vai encontrar uma série de serviços de declaração de amor disponíveis. Trata-se de fazer pelo apaixonado o que ele deveria fazer mas não consegue: cortejar a conquistanda. Você acha que dá certo: amor por encomenda, enlatado, pré-formatado, pré-cozido ou pré-moldado? É óbvio que não. Uma triste decepção, seria receber, da pessoa amada, uma carta de amor, achar a carta linda e maravilhosa, e depois ficar sabendo que essa pessoa pagou, a um desconhecido, pela criação da carta, sobre a qual ela nem conhece o conteúdo. Não seria uma grande decepção? Sim! Porque o amor tem que ser sincero e genuíno; precisa ser, realmente, oriundo do mais profundo interior do ser, e além disso, ser demonstrado com arte.
Deus faz muitas declarações de amor por você. Ele É amor, e sabe demonstrar isso com divindade: “Com Amor eterno eu te amei; por isso, com benignidade te atraí”.
Quer mais? Na leitura de hoje.
Valdeci Júnior
Fátima Silva