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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Ett Svenskt Bibeln (1917) -
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|João 11:2|
Det var den Maria som smorde Herren med smörjelse och torkade hans fötter med sitt hår. Och nu låg hennes broder Lasarus sjuk.
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3
|João 11:3|
Då sände systrarna bud till Jesus och läto säga: »Herre, se, han som du har så kär ligger sjuk.»
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4
|João 11:4|
När Jesus hörde detta, sade han: »Den sjukdomen är icke till döds, utan till Guds förhärligande, så att Guds Son genom den bliver förhärligad.»
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5
|João 11:5|
Och Jesus hade Marta och hennes syster och Lasarus kära.
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6
|João 11:6|
När han nu hörde att denne låg sjuk, stannade han först två dagar där han var;
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7
|João 11:7|
men därefter sade han till lärjungarna: »Låt oss gå tillbaka till Judeen.»
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8
|João 11:8|
Lärjungarna sade till honom: »Rabbi, nyligen ville judarna stena dig, och åter går du dit?»
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9
|João 11:9|
Jesus svarade: »Dagen har ju tolv timmar; den som vandrar om dagen, han stöter sig icke, ty han ser då denna världens ljus.
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10
|João 11:10|
Men den som vandrar om natten, han stöter sig, ty han har då intet som lyser honom.»
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11
|João 11:11|
Sedan han hade talat detta, sade han ytterligare till dem: »Lasarus, vår vän, har somnat in; men jag går för att väcka upp honom ur sömnen.»
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva