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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Ett Svenskt Bibeln (1917) -
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22
|João 11:22|
Men jag vet ändå att allt vad du beder Gud om, det skall Gud giva dig.»
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23
|João 11:23|
Jesus sade till henne: »Din broder skall stå upp igen.»
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24
|João 11:24|
Marta svarade honom: »Jag vet att han skall stå upp, vid uppståndelsen på den yttersta dagen.»
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25
|João 11:25|
Jesus svarade till henne: »Jag är uppståndelsen och livet. Den som tror på mig, han skall leva, om han än dör;
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26
|João 11:26|
och var och en som lever och tror på mig, han skall aldrig någonsin dö. Tror du detta?»
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27
|João 11:27|
Hon svarade honom: »Ja, Herre, jag tror att du är Messias, Guds Son, han som skulle komma i världen.»
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28
|João 11:28|
När hon hade sagt detta, gick hon bort och kallade på Maria, sin syster, och sade hemligen till henne: »Mästaren är här och kallar dig till sig.»
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29
|João 11:29|
När hon hörde detta, stod hon strax upp och gick åstad till honom.
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30
|João 11:30|
Men Jesus hade ännu icke kommit in i byn, utan var kvar på det ställe där Marta hade mött honom.
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31
|João 11:31|
Då nu de judar, som voro inne i huset hos Maria för att trösta henne, sågo att hon så hastigt stod upp och gick ut, följde de henne, i tanke att hon gick till graven för att gråta där.
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva