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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Ett Svenskt Bibeln (1917) -
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1
|Josué 17:1|
Och Manasse stam fick sin lott sålunda, ty han var Josefs förstfödde: Makir, Manasses förstfödde, Gileads fader, fick Gilead och Basan, ty han var en stridsman.
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2
|Josué 17:2|
Manasses övriga barn fingo ock land, efter sina släkter: Abiesers barn, Heleks barn, Asriels barn, Sikems barn, Hefers barn, och Semidas barn. Dessa voro Manasses, Josefs sons, manliga avkomlingar, efter deras släkter.
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3
|Josué 17:3|
Men Selofhad, son till Hefer, son till Gilead, son till Makir, son till Manasse, hade inga söner, utan allenast döttrar; och hans döttrar hette Mahela, Noa, Hogla, Milka och Tirsa.
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4
|Josué 17:4|
Dessa trädde fram inför prästen Eleasar och Josua, Nuns son, och stamhövdingarna och sade: »HERREN bjöd Mose att giva oss en arvedel bland våra bröder.» Då gav man dem, efter HERRENS befallning, en arvedel bland deras faders bröder.
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5
|Josué 17:5|
Alltså blevo de lotter som tillföllo Manasse tio -- förutom Gileads land och Basan på andra sidan Jordan --
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6
|Josué 17:6|
eftersom Manasses döttrar fingo en arvedel bland hans söner. Men Gileads land hade Manasses övriga barn fått.
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7
|Josué 17:7|
Och Manasse fick sin gräns bestämd sålunda: Den gick från Aser till Mikmetat, som ligger gent emot Sikem; därefter gick gränsen åt höger, till En-Tappuas inbyggare.
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8
|Josué 17:8|
(Tappuas land tillföll nämligen Manasse, men själva Tappua, inemot Manasse gräns, tillföll Efraims barn.)
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9
|Josué 17:9|
Och gränsen gick vidare ned till Kanabäcken, söder om bäcken; men städerna där tillföllo Efraim, fastän de lågo bland Manasse städer. Manasse gräns gick vidare norr om bäcken och gick sedan ut vid havet.
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10
|Josué 17:10|
Det som låg söder om den tillföll Efraim, men det som låg norr om den tillföll Manasse, och deras gräns var havet; och i norr nådde de till Aser och i öster till Isaskar.
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Sugestões

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17 de janeiro LAB 383
ESCOLA PORTO SEGURO
Êxodo 01-04
Há muitas pessoas que saem das grandes cidades para ir morar no interior, buscando mais tranqüilidade e uma qualidade de vida melhor. Mas aí vem o problema: no interior, não se encontra tudo que precisa. É claro, nos grandes centros têm mais recursos. Tem de tudo: tudo de bom e tudo que não presta também. Muita gente migra para o interior para livra-se do que não é bom. Elas procuram encontrar um verdadeiro refúgio.
Isso me lembra Garopaba, uma cidade turística, de lindas praias, no sul do Brasil, conhecida, pelo menos por nome, por muita gente. Além do turismo, ela tem essa característica de muitas pessoas buscarem qualidade de vida ao mudar para lá. Quando chegam, vem a grande questão: e agora, onde vamos matricular nossos filhos? Aqui não tem aquelas grandes redes de escola que tínhamos na cidade grande.
Aí vem algo fantástico que encontrei em Garopaba. Conheci pessoas que mudaram para lá por missão. O ministério deles é fundar, ali no interior, uma escola com alta qualidade de ensino, com alta qualidade de padrões morais, com alta qualidade de tudo o que uma escola precisa, para que os pais fiquem tranqüilos ao deixar seus filhos nela. O mais interessante é que o nome da escola é Porto Seguro, um símbolo de que, mesmo no meio das dificuldades da vida, mesmo nos desertos deste mundo, ainda podemos procurar, fazer, criar, encontrar “portos seguros”, onde podemos preservar pelo desenvolvimento do nosso caráter.
A leitura bíblica conta a história de alguém que viveu isso muitas vezes e mostra qual foi o resultado. Esse alguém nasceu na megalópole, só que na periferia mais discriminada daquele colosso urbano. Sua mãe não se contentou com isso. Ela deu um jeito de enviá-lo para um lugar mais seguro. O sujeito da nossa história cresceu recebendo a maior educação secular do mundo, nos palácios do Egito. Mas, ao mesmo tempo, recebeu a maior formação religiosa do mundo no seu lar de origem. No academicismo do Egito, ele encontrou o “porto seguro” intelectual, e no colo de Joquebede, o “porto seguro” espiritual. Depois, precisou aprender na maior de todas as escolas: a escola da vida. Como andarilho do deserto, encontrou um “porto seguro” na casa de Jetro, onde aprendeu a viver bem em pleno deserto.
O resultado disso tudo é que ele voltou, capacitado pelas letras, pela religião e pela vida para ser o maior libertador de todos os tempos: simplesmente Moisés. É interessante que a maior capacitação que ele encontrou foi na sarça ardente.
Sem dúvida, o porto mais seguro que podemos encontrar é na presença de Deus. Experimente isso, você também!
Valdeci Júnior
Fátima Silva