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Ett Svenskt Bibeln (1917) -
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1
|Lamentações 4:1|
Huru har icke guldet berövats sin glans, den ädla metallen förvandlats! Heliga stenar ligga kringkastade i alla gators hörn.
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2
|Lamentações 4:2|
Sions ädlaste söner som aktades lika med fint guld, huru räknas de icke nu såsom lerkärl, krukmakarhänders verk!
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3
|Lamentações 4:3|
Själva schakalerna räcka spenarna åt sina ungar för att giva dem di; men dottern mitt folk har blivit grym, lik strutsen i öknen.
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4
|Lamentações 4:4|
Spenabarnets tunga låder av törst vid dess gom; le späda barnen bedja om bröd, men ingen bryter sådant åt dem.
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5
|Lamentações 4:5|
De som förr åto läckerheter försmäkta nu på gatorna; de som uppföddes i scharlakan måste nu ligga i dyn.
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6
|Lamentações 4:6|
Så var dottern mitt folks missgärning större än Sodoms synd, Sodoms, som omstörtades i ett ögonblick, utan att människohänder kommo därvid.
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7
|Lamentações 4:7|
Hennes furstar voro mer glänsande än snö, de voro vitare än mjölk, deras hy var rödare än korall, deras utseende var likt safirens.
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8
|Lamentações 4:8|
Nu hava deras ansikten blivit mörkare än svart färg, man känner icke igen dem på gatorna; deras hud sitter fastklibbad vid benen, den har förtorkats och blivit såsom trä.
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9
|Lamentações 4:9|
Lyckligare voro de som dräptes med svärd, än de äro, som dräpas av hunger, de som täras bort under kval, utan näring från marken.
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10
|Lamentações 4:10|
Med egna händer måste ömsinta kvinnor koka sina barn för att hava dem till föda vid dottern mitt folks skada.
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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva