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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Ett Svenskt Bibeln (1917) -
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1
|Marcos 10:1|
Och han stod upp och begav sig därifrån, genom landet på andra sidan Jordan, till Judeens område. Och mycket folk församlades åter omkring honom, och åter undervisade han dem, såsom hans sed var.
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2
|Marcos 10:2|
Då ville några fariséer snärja honom, och de trädde fram och frågade honom om det vore lovligt för en man att skilja sig från sin hustru.
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3
|Marcos 10:3|
Men han svarade och sade till dem: »Vad har Moses bjudit eder?»
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4
|Marcos 10:4|
De sade: »Moses tillstadde att en man fick skriva skiljebrev åt sin hustru och så skilja sig från henne.»
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5
|Marcos 10:5|
Då sade Jesus till dem: »För edra hjärtans hårdhets skull skrev han åt eder detta bud.
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6
|Marcos 10:6|
Men redan vid världens begynnelse 'gjorde Gud dem till man och kvinna'.
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7
|Marcos 10:7|
'Fördenskull skall en man övergiva sin fader och sin moder.
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8
|Marcos 10:8|
Och de tu skola varda ett kött.' Så äro de icke mer två, utan ett kött.
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9
|Marcos 10:9|
Vad nu Gud har sammanfogat, det må människan icke åtskilja.»
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10
|Marcos 10:10|
När de sedan hade kommit hem, frågade hans lärjungar honom åter om detsamma.
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva