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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Ett Svenskt Bibeln (1917) -
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16
|Marcos 2:16|
Men när de skriftlärde bland fariséerna sågo att han åt med publikaner och syndare, sade de till hans lärjungar: »Huru kan han äta med publikaner och syndare?»
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17
|Marcos 2:17|
När Jesus hörde detta, sade han till dem: »Det är icke de friska som behöva läkare, utan de sjuka. Jag har icke kommit för att kalla rättfärdiga, utan för att kalla syndare.»
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18
|Marcos 2:18|
Och Johannes' lärjungar och fariséerna höllo fasta. Och man kom och sade till honom: »Varför fasta icke dina lärjungar, då Johannes' lärjungar och fariséernas lärjungar fasta?»
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19
|Marcos 2:19|
Jesus svarade dem: »Kunna väl bröllopsgästerna fasta, medan brudgummen ännu är hos dem? Nej, så länge de hava brudgummen hos sig, kunna de icke fasta.
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20
|Marcos 2:20|
Men den tid skall komma, då brudgummen tages ifrån dem, och då, på den tiden, skola de fasta. --
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21
|Marcos 2:21|
Ingen syr en lapp av okrympt tyg på en gammal mantel; om någon så gjorde, skulle det isatta nya stycket riva bort ännu mer av den gamla manteln, och hålet skulle bliva värre.
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22
|Marcos 2:22|
Ej heller slår någon nytt vin i gamla skinnläglar; om någon så gjorde, skulle vinet spränga sönder läglarna, så att både vinet och läglarna fördärvades. Nej, nytt vin slår man i nya läglar.»
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23
|Marcos 2:23|
Och det hände sig på sabbaten att han tog vägen genom ett sädesfält; och hans lärjungar begynte rycka av axen, medan de gingo.
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24
|Marcos 2:24|
Då sade fariséerna till honom: »Se! Huru kunna de på sabbaten göra vad som icke är lovligt?»
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25
|Marcos 2:25|
Han svarade dem: »Haven I aldrig läst vad David gjorde, när han själv och de som följde honom kommo i nöd och blevo hungriga:
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Sugestões

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02 de julho LAB 549
UM PROBLEMA DOS NOTICIÁRIOS
SALMOS 100-105
Você gosta de assistir aos noticiários na TV? “Não porei coisa injusta diante dos meus olhos; aborreço o proceder dos que se desviam; nada disto se me pegará” (Salmo 101:3).
Há anos, perdi o hábito de assistir aos telejornais ou revistas eletrônicas dos principais canais de TV. Hoje, leio alguma coluna de reflexão ou matéria de turismo em alguma fonte impressa esporadicamente. Pensei que passaria a ser alguém, como dizem, “desinformado”. Para minha surpresa, além de não perder nada, passei a ter uma percepção mais aguçada para muitas coisas. E se você duvida, para argumentar o contrário, experimente primeiro passar um semestre sem se abeberar dessas fontes, pelo menos. Vai descobrir o mesmo.
Quando dizemos que precisamos de todas as informações transmitidas pela mídia para ser pessoas bem informadas, estamos estreitando a dimensão universal de tudo o que existe. Como seria possível colocar a totalidade dos fatos ocorridos em todos os horários e locais, os procedimentos, contextos, ideias e pessoas, em espaços tão limitados de veiculação informativa? É óbvio que o divulgador opta por divulgar o que quer. Como quer ser visto, usa como critério para esse filtro, o que seu contemplador gostará de assistir. Como Satanás nos aguça a gostar mais daquilo que não presta, aí entra o sensacionalismo.
A prática do jornal é um sensacionalismo não assumido (muitos discordam disso) exatamente por distorcer diante do seu consumidor final o universalismo da realidade. Se você gastar as 12 horas claras do dia na movimentação urbana, provavelmente verá muita coisa normal e até boa. Mas, na sua TV, verá um quadro de desgraças repintando a mesma realidade. Você viu inúmeras esquinas e cruzamentos apertadíssimos, com intensa complexidade semafórica, onde milhares de automóveis e pedestres cruzaram durante o dia sem colidir. Porém, no telejornal, contemplará, como se fosse um todo da realidade urbana, os isoladíssimos acidentes de trânsito que aconteceram; foram farejados, chafurdados e exibidos. Por que o jornalista não gastou seu tempo mostrando como o trânsito é complexo e funciona relativamente tão bem? Por que não empregou seus esforços em fazer uma matéria que ensinasse como ter mais destrezas, percepção e cuidados em pontos específicos do tráfego que são críticos? Na linguagem técnica, não é “matéria quente”. Ou seja, é a notícia que não vende e não conquista audiência. Uma das características do sensacionalismo é a de não se preocupar com o que a pessoa precisa ver, mas somente com o que ela quer ver. A partir desta bitolação, a prioridade de formar, educar e redimir é sacrificada. Qual a vantagem em assistir a notificação de um acidente de trânsito? É melhor ler minha Bíblia.
Valdeci Júnior
Fátima Silva