-
-
Ett Svenskt Bibeln (1917) -
-
1
|Miquéias 7:1|
Ve mig! Det är mig, såsom när frukten är insamlad om sommaren, eller såsom när efterskörden efter vinbärgningen är slut och ingen druvklase mer finnes att äta, intet förstlingsfikon av dem jag hade haft lust till.
-
2
|Miquéias 7:2|
De fromma äro försvunna ur landet, och ingen redlig man finnes bland människorna. Alla ligga de på lur efter blod; envar vill fånga den andre i sitt nät.
-
3
|Miquéias 7:3|
Till att främja det onda äro deras händer redo: fursten begär gåvor, och domaren står efter vinning; den mäktige kräver öppet vad honom lyster; så bedriva de vrånghet.
-
4
|Miquéias 7:4|
Den bäste ibland dem är såsom ett törnsnår, den redligaste värre än en taggig häck. Men när dina siares dag är inne, ja, när hemsökelsen når dig, då skall bestörtning komma ibland dem.
-
5
|Miquéias 7:5|
Man får icke tro på någon vän, icke lita på någon förtrogen; för henne som vilar i din famn måste du vakta din muns dörrar.
-
6
|Miquéias 7:6|
Ty sonen föraktar sin fader, dottern sätter sig upp mot sin moder, sonhustrun mot sin svärmoder, och envar har sitt eget husfolk till fiender.
-
7
|Miquéias 7:7|
Men jag vill skåda efter HERREN, jag vill hoppas på min frälsnings Gud; min Gud skall höra mig.
-
8
|Miquéias 7:8|
Glädjens icke över mig, I mina fiender. Om jag än har fallit, skall jag dock stå upp igen; om jag än sitter i mörkret, är dock HERREN mitt ljus.
-
9
|Miquéias 7:9|
Eftersom jag har syndat mot HERREN, vill jag bära hans vrede, till dess att han utför min sak och skaffar mig rätt, till dess att han för mig ut i ljuset, så att jag med lust får se på hans rättfärdighet.
-
10
|Miquéias 7:10|
När mina fiender se det, skola de höljas med skam, desamma som säga till mig: »Var är nu HERREN, din Gud?» Mina ögon skola se med lust på dem; ty då skola de bliva nedtrampade såsom orenlighet på gatan.
-
-
Sugestões

Clique para ler Marcos 10-12
16 de outubro LAB 655
AS DUAS TRANSFORMAÇÕES
Marcos 07-09
A leitura de hoje me fez lembrar de uma das mais belas obras de arte guardadas na Itália. Estou falando do famoso quadro “Transfiguração”, de Rafael Sanzio, que, embora não intencionalmente, resumiu o espírito da Reforma.
A pintura mostra Cristo em pé sobre o monte, com os endemoninhados olhando esperançosamente para Ele desde o vale (Marcos 9:2-29). Os dois grupos de discípulos – um na montanha, o outro no vale – retratam dois tipos de cristãos. Os discípulos da montanha desejavam permanecer com Cristo, mais ou menos indiferentes às necessidades que ocorriam no vale. Ao longo dos séculos, muitos têm construído no alto da “montanha”, muito afastados das necessidades do mundo. Sua experiência é a das orações desacompanhadas de obras. Por outro lado, os discípulos do vale trabalhavam sem oração – e seus esforços em desalojar os demônios provaram-se um fracasso. Multidões têm sido vencidas tanto pela tentação de trabalhar em favor dos outros sem o poder da oração, quanto pela tentação de muito orar sem trabalhar pelos outros. Ambos os tipos de cristãos necessitam que a imagem de Deus seja neles restaurada.
Deus espera converter seres caídos em imagens Suas, através da transformação de sua vontade, mente, desejos e caracteres. O Espírito Santo traz aos crentes uma decisiva mudança de aparência. Seus frutos: “amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio” (Gálatas 5:22-23) constituem agora o estilo de vida destes cristãos – mesmo tendo em vista que eles continuarão sendo mortais corruptíveis até o retorno de Cristo. Se não Lhe resistirmos, Cristo poderá efetuar em nós a obra da transformação santificadora.
A transfiguração de Cristo revela outro marcante contraste. Cristo foi transfigurado mas, em certo sentido, também o foi o garoto no vale. O menino foi transfigurado numa imagem demoníaca (Marcos 9:1-29). Aqui podemos ver claramente dois planos opostos – o plano divino de restaurar-nos e o plano satânico de arruinar-nos. As Escrituras dizem que Deus é capaz de nos guardar “de tropeços” (Judas 24). Satanás, por sua vez, faz tudo o que a seu alcance está para manter-nos no estado decaído.
A vida envolve constantes mudanças. Não existe terreno neutro. Ou estaremos sendo enobrecidos, ou degradados. Ou seremos “escravos do pecado”, ou “da justiça” (Romanos 6:17-18). Quem quer que ocupe nossa mente, estará ocupando todo o nosso ser. Se, através do Espírito Santo, Cristo ocupar nossa mente, tornar-nos-emos pessoas semelhantes a Cristo – pois uma vida cheia do Espírito apresenta “cativo todo pensamento à obediência de Cristo” (2Coríntios 10:5). Mas se estivermos sem Cristo, vamos terminar nos separando da fonte de vida, e então, nossa destruição última será inevitável.
Que sua transformação seja santificadora!
Fonte: “Nisto Cremos”, 179-180.
Valdeci Júnior
Fátima Silva