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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Ett Svenskt Bibeln (1917) -
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1
|Mateus 16:1|
Och fariséerna och sadducéerna kommo dit och ville sätta honom på prov; de begärde att han skulle låta dem se något tecken från himmelen.
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2
|Mateus 16:2|
Men han svarade och sade till dem: »Om aftonen sägen I: 'Det bliver klart väder, ty himmelen är röd',
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3
|Mateus 16:3|
och om morgonen: 'Det bliver oväder i dag, ty himmelen är mulen och röd.' Ja, om himmelens utseende förstån I att döma, men om tidernas tecken kunnen I icke döma.
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4
|Mateus 16:4|
Ett ont och trolöst släkte är detta! Det åstundar ett tecken, men intet annat tecken skall givas det än Jonas' tecken.» Och så lämnade han dem och gick sin väg.
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5
|Mateus 16:5|
När sedan lärjungarna foro åstad, över till andra stranden, hade de förgätit att taga med sig bröd.
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6
|Mateus 16:6|
Och Jesus sade till dem: »Sen till, att I tagen eder till vara för fariséernas och sadducéernas surdeg.»
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7
|Mateus 16:7|
Då talade de med varandra och sade: »Det är därför att vi icke hava tagit med oss bröd.»
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8
|Mateus 16:8|
Men när Jesus märkte detta, sade han: »I klentrogne, varför talen I eder emellan om att I icke haven bröd med eder?
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9
|Mateus 16:9|
Förstån I ännu ingenting? Och kommen I icke ihåg de fem bröden åt de fem tusen, och huru många korgar I då togen upp?
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10
|Mateus 16:10|
Ej heller de sju bröden åt de fyra tusen, och huru många korgar I då togen upp?
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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva