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Esperanto -
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|2 Tessalonicenses 3:2|
kaj ke ni forsavigxu de senprudentaj kaj malbonaj homoj; cxar ne cxe cxiuj estas la fido.
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|2 Tessalonicenses 3:3|
Sed fidela estas la Sinjoro, kiu vin fortikigos kaj vin defendos kontraux la malbonulo.
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|2 Tessalonicenses 3:4|
Sed ni fidas la Sinjoron rilate vin, ke vi faras kaj faros tion, kion ni ordonas.
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|2 Tessalonicenses 3:5|
Kaj la Sinjoro direktu viajn korojn en la amon al Dio kaj en la paciencon de Kristo.
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|2 Tessalonicenses 3:6|
Ni ordonas al vi, fratoj, en la nomo de la Sinjoro Jesuo Kristo, ke vi vin apartigu for de cxiu frato, kiu iradas senorde kaj ne laux la tradicio, kiun oni ricevis de ni.
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|2 Tessalonicenses 3:7|
CXar vi mem scias, kiel vi devas nin imiti; cxar ni ne kondutis senorde inter vi;
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|2 Tessalonicenses 3:8|
nek mangxis panon donace de iu, sed per laboro kaj penado, nokte kaj tage laborante, por ke ni ne farigxu sxargxo por iu el vi;
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|2 Tessalonicenses 3:9|
ne kvazaux ni ne havus tian rajton, sed por estigi nin ekzemplo antaux vi, ke vi nin imitu.
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|2 Tessalonicenses 3:10|
CXar ecx kiam ni estis cxe vi, la jenon ni ordonis al vi:Se iu ne volas labori, tiu ankaux ne mangxu.
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|2 Tessalonicenses 3:11|
CXar ni auxdas, ke inter vi iradas senorde kelkaj, kiuj tute ne laboras, sed en cxies aferojn sin ensxovas.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva