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Esperanto -
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|2 Tessalonicenses 3:2|
kaj ke ni forsavigxu de senprudentaj kaj malbonaj homoj; cxar ne cxe cxiuj estas la fido.
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|2 Tessalonicenses 3:3|
Sed fidela estas la Sinjoro, kiu vin fortikigos kaj vin defendos kontraux la malbonulo.
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|2 Tessalonicenses 3:4|
Sed ni fidas la Sinjoron rilate vin, ke vi faras kaj faros tion, kion ni ordonas.
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|2 Tessalonicenses 3:5|
Kaj la Sinjoro direktu viajn korojn en la amon al Dio kaj en la paciencon de Kristo.
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|2 Tessalonicenses 3:6|
Ni ordonas al vi, fratoj, en la nomo de la Sinjoro Jesuo Kristo, ke vi vin apartigu for de cxiu frato, kiu iradas senorde kaj ne laux la tradicio, kiun oni ricevis de ni.
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7
|2 Tessalonicenses 3:7|
CXar vi mem scias, kiel vi devas nin imiti; cxar ni ne kondutis senorde inter vi;
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|2 Tessalonicenses 3:8|
nek mangxis panon donace de iu, sed per laboro kaj penado, nokte kaj tage laborante, por ke ni ne farigxu sxargxo por iu el vi;
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|2 Tessalonicenses 3:9|
ne kvazaux ni ne havus tian rajton, sed por estigi nin ekzemplo antaux vi, ke vi nin imitu.
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|2 Tessalonicenses 3:10|
CXar ecx kiam ni estis cxe vi, la jenon ni ordonis al vi:Se iu ne volas labori, tiu ankaux ne mangxu.
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11
|2 Tessalonicenses 3:11|
CXar ni auxdas, ke inter vi iradas senorde kelkaj, kiuj tute ne laboras, sed en cxies aferojn sin ensxovas.
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva