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Esperanto -
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19
|Colossenses 3:19|
Edzoj, amu viajn edzinojn, kaj ne maldolcxigxu kontraux ili.
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20
|Colossenses 3:20|
Infanoj, obeu viajn gepatrojn en cxio, cxar tio placxas al la Sinjoro.
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21
|Colossenses 3:21|
Patroj, ne kolerigu viajn infanojn, por ke ili ne senkuragxigxu.
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22
|Colossenses 3:22|
Sklavoj, obeu en cxio al la sinjoroj laux la karno, ne per okulservo, kiel homplacxantoj, sed en simpleco de koro, timante la Sinjoron;
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23
|Colossenses 3:23|
kaj kion ajn vi faras, laboru plenanime, kiel por la Sinjoro, kaj ne por homoj,
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24
|Colossenses 3:24|
sciante, ke de la Sinjoro vi ricevos la rekompencon de la heredajxo; cxar vi servas la Sinjoron Kristo.
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25
|Colossenses 3:25|
Sed cxiu maljuste faranta ricevos returne laux sia maljustajxo, kaj ne ekzistas personfavorado.
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1
|Colossenses 4:1|
Sinjoroj, donu al viaj sklavoj justajxon kaj egalajxon, sciante, ke vi ankaux havas Sinjoron en la cxielo.
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2
|Colossenses 4:2|
En pregxado persistu, viglante en gxi kun danko;
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3
|Colossenses 4:3|
pregxante samtempe ankaux pro ni, por ke Dio malfermu al ni pordon por la vorto, por paroli la misteron de Kristo, pro kiu mi estas ankaux enkatenita;
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva