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Esperanto -
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|Daniel 3:1|
La regxo Nebukadnecar faris oran statuon, kiu havis la alton de sesdek ulnoj kaj la largxon de ses ulnoj; kaj li starigis gxin en la valo Dura en la lando Babela.
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|Daniel 3:2|
Kaj la regxo Nebukadnecar sendis al la satrapoj, regionestroj, militestroj, cxefaj jugxistoj, urbestroj, legxistoj, oficistoj, kaj potenculoj de la lando, ke ili venu al la solena malkovro de la statuo, kiun starigis la regxo Nebukadnecar.
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|Daniel 3:3|
Tiam kunvenis la satrapoj, regionestroj, militestroj, cxefaj jugxistoj, urbestroj, legxistoj, oficistoj, kaj potenculoj de la lando, al la solena malkovro de la statuo, kiun la regxo Nebukadnecar starigis; kaj ili starigxis antaux la statuo, kiun Nebukadnecar starigis.
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4
|Daniel 3:4|
Kaj heroldo lauxte proklamis:Estas sciigate al vi, ho popoloj, gentoj, kaj lingvoj:
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|Daniel 3:5|
kiam vi auxdos la sonon de korno, fluto, harpo, sabeko, psaltero, sakfajfilo, kaj diversaj muzikaj instrumentoj, tiam faligu vin kaj adorklinigxu al la ora statuo, kiun starigis la regxo Nebukadnecar.
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|Daniel 3:6|
Kiu ne faligos sin kaj ne adorklinigxos, tiu tuj estos jxetita en ardantan fornon.
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7
|Daniel 3:7|
Tial, kiam cxiuj popoloj ekauxdis la sonon de korno, fluto, harpo, sabeko, psaltero, kaj diversaj muzikaj instrumentoj, ili faligis sin kaj adorklinigxis al la ora statuo, kiun starigis la regxo Nebukadnecar.
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|Daniel 3:8|
En tiu tempo tuj aliris kelkaj HXaldeoj kaj akuzis la Judojn.
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9
|Daniel 3:9|
Ili ekparolis, kaj diris al la regxo Nebukadnecar:Ho regxo, vivu eterne!
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10
|Daniel 3:10|
Vi, ho regxo, ordonis, ke cxiu homo, kiu auxdos la sonon de korno, fluto, harpo, sabeko, psaltero, sakfajfilo, kaj diversaj muzikaj instrumentoj, faligu sin kaj adorklinigxu al la ora statuo;
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva