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Esperanto -
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|Tito 2:5|
esti prudentaj, cxastaj, hejme laborantaj, bonfaremaj, submetigxemaj al siaj propraj edzoj, por ke la vorto de Dio ne estu blasfemita;
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|Tito 2:6|
konsilu tiel same la junulojn, ke ili estu prudentaj;
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|Tito 2:7|
pri cxio montrante vin ekzemplo de bonaj faroj, en via instruado montrante sincerecon, seriozecon,
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|Tito 2:8|
paroladon sanan, nekondamneblan; por ke la kontrauxulo hontu, havante nenion malbonan diri kontraux ni.
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|Tito 2:9|
Admonu sklavojn, ke ili estu submetigxemaj al siaj propraj sinjoroj kaj placxantaj al ili en cxio; ne kontrauxdiremaj,
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10
|Tito 2:10|
ne sxtelantaj, sed montrantaj cxian bonan fidelecon; por ke ili ornamu en cxio la doktrinon de Dio, nia Savanto.
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|Tito 2:11|
CXar jam aperis la graco de Dio, portante savon al cxiuj homoj,
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|Tito 2:12|
instruante nin, ke foriginte malpiecon kaj lauxmondajn dezirojn, ni vivadu sobre, juste, kaj pie en la nuna mondo,
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|Tito 2:13|
atendantaj la felicxan esperon kaj la malkasxon de la gloro de nia granda Dio kaj Savanto, Jesuo Kristo,
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|Tito 2:14|
kiu donis sin por ni, por elacxeti nin el cxia maljusteco kaj por purigi al si popolon propran, fervoran pri bonaj faroj.
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Sugestões

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09 de março LAB 434
“FÉRMULA”
Josué 05-08
Você sabe como o povo de Israel iria conquistar a grande e poderosa cidade de Jericó? Tentar explicar isso seria tolice. Por isso, eles não teorizaram. Eles agiram conforme os comandos de Deus. Arriscar explicar um milagre é uma das maiores idiotices que um ser humano pode fazer. Se tenta explicá-lo, supõe-se que acredita que algo aconteceu de forma muito grandiosa. E se é milagre, veio de Deus. Mas o problema é que a pessoa se esquece que essa palavra significa exatamente algo que não seja explicável, porque se fosse explicável não seria milagre. “Milagres”: não se explicam, se aceitam. Então, de forma irônica e contraditória, quem tenta explicar um milagre está perdendo seu tempo porque está tentando explicar uma coisa que supostamente não existiria. Isso seria um tipo de loucura, concorda?
Uma contradição maior ainda é alguém que se diz cristão fazer algo assim. Afinal, se ele quer dar explicação para o que Deus fez de maneira milagrosa, tomando uma atitude de dizer que milagres não existem, está dizendo que Deus não existe. Ou, se o suposto deus de um cristão assim não é capaz de realizar milagre, então não é Deus. Para um cristão desse tipo, seria mais coerente se decidisse logo ser mais honesto com suas próprias ideias, sendo um ateu.
Encontrei uma maluquice dessas na Revista Bíblica de julho e agosto de 2007, em um artigo escrito por Ariel Alvarez Valdés. Com todo respeito à pessoa dele, fiquei com dó do conteúdo que esse camarada tentou colocar nessa revista, logo quando li o título: “Como caíram as muralhas de Jericó”. É impressionante como uma pessoa que se diz religiosa aventura-se a responder uma pergunta dessas. É só conhecer o livro de Hebreus para conhecer o porquê. Em Hebreus 11:30, encontramos a explicação bíblica da queda dos muros: “Pela fé caíram os muros de Jericó”.
E alguém pode questionar: “Ah, pastor! Então você está querendo acreditar numa fé cega?” Acho essa expressão (“fé cega”) uma das piadas mais insanas, sem sentido e desprovidas de inteligência que já vi na minha vida! Usar a suposta expressão “fé cega” para querer dizer que determinada atitude não seria inteligente ou plausível é estultice. O maior intelectual da Bíblia, o apóstolo Paulo, no mesmo capítulo onde explica a fórmula da queda dos muros de Jericó, também explica o que é fé. “Ora, fé é a prova das coisas que não vemos” (Hebreus 11:1). Será que alguém ainda deseja questionar que crer em milagre é ter a ignorância de uma fé cega? Desculpe, mas que questionamento mais sem sentido!
A fé é como o milagre: não se explica, se aceita.
Valdeci Júnior
Fátima Silva