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Giovanni Diodati Bible (1649) -
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1
|Lamentações 4:1|
COME è oscurato l´oro, Ed ha mutato colore il buon oro fino, E sono le pietre del santuario state sparse In capo d´ogni strada!
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2
|Lamentações 4:2|
Come i nobili figliuoli di Sion, Pregiati al pari dell´ottimo oro, Sono stati reputati quali vaselli di terra, Lavoro di man di vasellaio!
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3
|Lamentações 4:3|
Vi sono anche de´ gran pesci marini che porgon le poppe, E lattano i lor figli; Ma la figliuola del mio popolo è divenuta crudele, Come gli struzzi nel deserto.
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4
|Lamentações 4:4|
La lingua del bambino di poppa Si è attaccata al suo palato, per la sete; I fanciulli hanno chiesto del pane, E non vi era alcuno che ne distribuisse loro.
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5
|Lamentações 4:5|
Quelli che mangiavano cibi delicati Son periti per le strade; Quelli ch´erano stati allevati sopra lo scarlatto Hanno abbracciato il letame.
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6
|Lamentações 4:6|
E la pena dell´iniquità della figliuola del mio popolo è stata maggiore Che la pena del peccato di Sodoma, Che fu sovvertita come in un momento, Senza che la mano d´alcuno si levasse contro di lei.
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7
|Lamentações 4:7|
I principi di essa erano più puri che neve, Più candidi che latte, Vermigli del corpo più che gemme, Puliti come zaffiri.
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8
|Lamentações 4:8|
Il loro sguardo è divenuto fosco più che la nerezza stessa; Non si son riconosciuti per le piazze; La lor pelle si è attaccata alle loro ossa; È seccata, è divenuta come legno.
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9
|Lamentações 4:9|
Più felici sono stati gli uccisi con la spada, Che quelli che son morti di fame; Perciocchè, essendo traffitti, il sangue loro è colato, E non hanno più avuto bisogno della rendita del campo.
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10
|Lamentações 4:10|
Donne pietose, colle proprie mani, Hanno cotti i loro figliuoli: Quelli sono loro stati per cibo, Nella ruina della figliuola del mio popolo.
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Sugestões

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10 de junho LAB 527
MEU MUNDO NÃO É AQUI
JÓ 25-28
“Pelo Deus vivo, que me negou justiça, pelo Todo poderoso, que deu amargura à minha alma, enquanto eu tiver vida em mim, o sopro de Deus em minhas narinas, meus lábios não falarão maldade, e minha língua não proferirá nada que seja falso. Nunca darei razão a vocês [para me acusarem]! Minha integridade não negarei jamais, até à morte. Manterei minha retidão, e nunca a deixarei enquanto eu viver, a minha consciência não me repreenderá” (Jó 27:1-6).
Quem disse isso? O grande Jó. Destaquei esse trecho da leitura porque, para mim, ele é demais. Pense: um seguidor de Deus, sofrendo, na pior das desgraças, sem saber para onde foi a justiça do Senhor, ter a coragem de olhar para o Céu e dizer: “Deus, ainda que o Senhor me mate, é em Ti que eu vou continuar colocando a minha esperança”?
Isso que é fé. Porque quando alguém passa por uma dificuldade, ora e tem sua oração respondida, não tem tanta fé assim. O mundo hoje anda tão longe de compreender o que é fé, que pensa que o “máximo da fé” seria: está desempregado? Bate o joelho no chão e pede um emprego para o Senhor. Daí a oração é respondida e o emprego aparece. Oh! Isso que é fé! Está doente? Faz uma oração e vem a cura! Oh! Que fé! Está precisando de dinheiro? Pede para Deus e a grana aparece. Oh!... Fé? Fé ou presunção? Fé ou teologia da prosperidade? Fé ou mercadologia da religião? Fé ou falta de compreensão bíblica?
Quando é preciso ter mais fé: orar para um paralítico levantar-se e sair andando, em nome de Jesus, e vê-lo sair andando ou orar para um paralítico levantar-se, em nome de Jesus, e não vê-lo sair andando e ainda assim continuar crendo em Jesus? Percebe como nossa noção de fé tem sido deturpada?
Então, permita-me repetir o trecho destacado que estampa, de forma grandiosa, a fé desse homem: “Pelo Deus vivo, que me negou justiça, pelo Todo poderoso, que deu amargura à minha alma, enquanto eu tiver vida em mim, o sopro de Deus em minhas narinas, meus lábios não falarão maldade, e minha língua não proferirá nada que seja falso. Nunca darei razão a vocês [para me acusarem]! Minha integridade não negarei jamais, até à morte. Manterei minha retidão, e nunca a deixarei enquanto eu viver, a minha consciência não me repreenderá.”
Fé é a ponte que nos liga desta vida para a vida eterna. É a convicção de que nosso CÉU PODE COMEÇAR AQUI, MAS QUE NOSSO MUNDO, ABSOLUTAMENTE, NÃO É AQUI.
Nosso destino é o Céu!
Valdeci Júnior
Fátima Silva