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Νέα Ελλη -
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1
|Jonas 4:1|
[] Και ελυπηθη ο Ιωνας λυπην μεγαλην και ηγανακτησε.
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2
|Jonas 4:2|
Και προσηυχηθη προς τον Κυριον και ειπεν, Ω Κυριε, δεν ητο ουτος ο λογος μου, ενω ετι ημην εν τη πατριδι μου; δια τουτο προελαβον να φυγω εις Θαρσεις· διοτι εγνωριζον οτι συ εισαι Θεος ελεημων και οικτιρμων, μακροθυμος και πολυελεος και μετανοων δια το κακον.
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3
|Jonas 4:3|
Και τωρα, Κυριε, λαβε, δεομαι σου, την ψυχην μου απ' εμου· διοτι ειναι καλλιον εις εμε να αποθανω παρα να ζω.
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4
|Jonas 4:4|
Και ειπε Κυριος, Ειναι καλον να αγανακτης;
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5
|Jonas 4:5|
[] Και εξηλθεν Ιωνας απο της πολεως και εκαθησε κατα το ανατολικον μερος της πολεως, και εκει εκαμεν εις εαυτον καλυβην και εκαθητο υποκατω αυτης εν τη σκια, εωσου ιδη τι εμελλε να γεινη εις την πολιν.
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6
|Jonas 4:6|
Και διεταξε Κυριος ο Θεος κολοκυνθην και εκαμε να αναβη επανωθεν του Ιωνα, δια να ηναι σκια υπερανω της κεφαλης αυτου, δια να ανακουφιση αυτον απο της θλιψεως αυτου. Και εχαρη ο Ιωνας δια την κολοκυνθην χαραν μεγαλην.
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7
|Jonas 4:7|
Και διεταξεν ο Θεος σκωληκα, οτε εχαραξεν η αυγη της επαυριον· και επαταξε την κολοκυνθην και εξηρανθη.
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8
|Jonas 4:8|
Και καθως ανετειλεν ο ηλιος, διεταξεν ο Θεος ανεμον ανατολικον καυστικον· και προσεβαλεν ο ηλιος επι την κεφαλην του Ιωνα, ωστε ωλιγοψυχησε· και εζητησεν εν τη ψυχη αυτου να αποθανη, και ειπεν, Ειναι καλλιον εις εμε να αποθανω παρα να ζω.
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9
|Jonas 4:9|
Και ειπεν ο Θεος προς τον Ιωναν, ειναι καλον να αγανακτης δια την κολοκυνθην; Και ειπε, Καλον ειναι να αγανακτω εως θανατου.
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10
|Jonas 4:10|
Και ειπε Κυριος, Συ ελυπηθης υπερ της κολοκυνθης, δια την οποιαν δεν εκοπιασας, αλλ' ουδε εκαμες αυτην να αυξηση, ητις εγεννηθη εν μια νυκτι και εν μια νυκτι εχαθη.
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Sugestões

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16 de outubro LAB 655
AS DUAS TRANSFORMAÇÕES
Marcos 07-09
A leitura de hoje me fez lembrar de uma das mais belas obras de arte guardadas na Itália. Estou falando do famoso quadro “Transfiguração”, de Rafael Sanzio, que, embora não intencionalmente, resumiu o espírito da Reforma.
A pintura mostra Cristo em pé sobre o monte, com os endemoninhados olhando esperançosamente para Ele desde o vale (Marcos 9:2-29). Os dois grupos de discípulos – um na montanha, o outro no vale – retratam dois tipos de cristãos. Os discípulos da montanha desejavam permanecer com Cristo, mais ou menos indiferentes às necessidades que ocorriam no vale. Ao longo dos séculos, muitos têm construído no alto da “montanha”, muito afastados das necessidades do mundo. Sua experiência é a das orações desacompanhadas de obras. Por outro lado, os discípulos do vale trabalhavam sem oração – e seus esforços em desalojar os demônios provaram-se um fracasso. Multidões têm sido vencidas tanto pela tentação de trabalhar em favor dos outros sem o poder da oração, quanto pela tentação de muito orar sem trabalhar pelos outros. Ambos os tipos de cristãos necessitam que a imagem de Deus seja neles restaurada.
Deus espera converter seres caídos em imagens Suas, através da transformação de sua vontade, mente, desejos e caracteres. O Espírito Santo traz aos crentes uma decisiva mudança de aparência. Seus frutos: “amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio” (Gálatas 5:22-23) constituem agora o estilo de vida destes cristãos – mesmo tendo em vista que eles continuarão sendo mortais corruptíveis até o retorno de Cristo. Se não Lhe resistirmos, Cristo poderá efetuar em nós a obra da transformação santificadora.
A transfiguração de Cristo revela outro marcante contraste. Cristo foi transfigurado mas, em certo sentido, também o foi o garoto no vale. O menino foi transfigurado numa imagem demoníaca (Marcos 9:1-29). Aqui podemos ver claramente dois planos opostos – o plano divino de restaurar-nos e o plano satânico de arruinar-nos. As Escrituras dizem que Deus é capaz de nos guardar “de tropeços” (Judas 24). Satanás, por sua vez, faz tudo o que a seu alcance está para manter-nos no estado decaído.
A vida envolve constantes mudanças. Não existe terreno neutro. Ou estaremos sendo enobrecidos, ou degradados. Ou seremos “escravos do pecado”, ou “da justiça” (Romanos 6:17-18). Quem quer que ocupe nossa mente, estará ocupando todo o nosso ser. Se, através do Espírito Santo, Cristo ocupar nossa mente, tornar-nos-emos pessoas semelhantes a Cristo – pois uma vida cheia do Espírito apresenta “cativo todo pensamento à obediência de Cristo” (2Coríntios 10:5). Mas se estivermos sem Cristo, vamos terminar nos separando da fonte de vida, e então, nossa destruição última será inevitável.
Que sua transformação seja santificadora!
Fonte: “Nisto Cremos”, 179-180.
Valdeci Júnior
Fátima Silva