-
-
Kutsal İncil -
-
32
|Daniel 2:32|
Başı saf altından, göğsüyle kolları gümüşten, karnıyla kalçaları tunçtan,
-
33
|Daniel 2:33|
bacakları demirden, ayaklarının bir kesimi demirden, bir kesimi kildendi.
-
34
|Daniel 2:34|
Sen bakıyordun ki, bir taş insan eli değmeden kesilip heykelin demirden, kilden ayaklarına çarparak onları paramparça etti.
-
35
|Daniel 2:35|
Demir, kil, tunç, gümüş, altın aynı anda parçalandı; yazın harman yerindeki saman çöpleri gibi oldular. Derken bir rüzgar çıktı, hiç iz bırakmadan hepsini alıp götürdü. Heykele çarpan taşsa büyük bir dağ oldu, bütün dünyayı doldurdu.
-
36
|Daniel 2:36|
‹‹Gördüğün düş buydu. Şimdi de ne anlama geldiğini sana açıklayalım.
-
37
|Daniel 2:37|
Sen, ey kral, kralların kralısın. Göklerin Tanrısı sana egemenlik, güç, kudret, yücelik verdi.
-
38
|Daniel 2:38|
İnsanoğullarını, yabanıl hayvanları, gökte uçan kuşları senin eline teslim etti. Seni hepsine egemen kıldı. Altından baş sensin.
-
39
|Daniel 2:39|
Senden sonra senden daha aşağı durumda başka bir krallık çıkacak. Sonra bütün dünyada egemenlik sürecek tunçtan üçüncü bir krallık çıkacak.
-
40
|Daniel 2:40|
Dördüncü krallık demir gibi güçlü olacak. Çünkü demir her şeyi kırıp ezer. Demir gibi tümünü kırıp parçalayacak.
-
41
|Daniel 2:41|
Ayaklarla parmakların bir kesiminin çömlekçi kilinden, bir kesiminin demirden olduğunu gördün; yani bölünmüş bir krallık olacak bu. Öyleyken onda demirin gücü de bulunacak, çünkü demiri kille karışık gördün.
-
-
Sugestões

Clique para ler Levítico 20-22
08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva