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Kutsal İncil -
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1
|Cantares 1:1|
Süleymanın Ezgiler Ezgisi.
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2
|Cantares 1:2|
Beni dudaklarıyla öptükçe öpsün!
Çünkü aşkın şaraptan daha tatlı.
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3
|Cantares 1:3|
Ne güzel kokuyor sürdüğün esans,
Dökülmüş esans sanki adın,
Kızlar bu yüzden seviyor seni.
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4
|Cantares 1:4|
Al götür beni, haydi koşalım! Kral beni odasına götürsün. Seninle coşup seviniriz,
Aşkını şaraptan çok överiz. Ne kadar haklılar seni sevmekte!
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5
|Cantares 1:5|
Esmerim ben, ama güzelim,
Ey Yeruşalim kızları!
Kedarın çadırları gibi,
Süleymanın çadır bezleri gibi kara.
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6
|Cantares 1:6|
Bakmayın esmer olduğuma,
Güneş kararttı beni.
Çünkü kızdılar bana erkek kardeşlerim,
Bağlara bakmakla görevlendirdiler.
Ama kendi bağıma bakmadım.
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7
|Cantares 1:7|
Ey sevgilim, söyle bana, sürünü nerede otlatıyorsun,
Öğleyin nerede yatırıyorsun?
Neden arkadaşlarının sürüleri yanında
Yüzünü örten bir kadın durumuna düşeyim? gösterirdi.
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8
|Cantares 1:8|
Ey güzeller güzeli,
Bilmiyorsan,
Sürünün izine çık,
Çobanların çadırları yanında
Oğlaklarını otlat.
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9
|Cantares 1:9|
Firavunun arabalarına koşulu kısrağa benzetiyorum seni, aşkım benim!
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10
|Cantares 1:10|
Yanakların süslerle,
Boynun gerdanlıklarla ne güzel!
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva