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Kutsal İncil -
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61
|Esdras 2:61|
Kâhinlerin soyundan: Hovayaoğulları, Hakkosoğulları ve Gilatlı Barzillayın kızlarından biriyle evlenip kayınbabasının adını alan Barzillayın oğulları.
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62
|Esdras 2:62|
Bunlar soy kütüklerini aradılar. Ama yazılı bir kayıt bulamayınca, kâhinlik görevi ellerinden alındı.
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63
|Esdras 2:63|
Vali, Urim ile Tummimi kullanan bir kâhin çıkıncaya dek en kutsal yiyeceklerden yememelerini buyurdu.
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64
|Esdras 2:64|
Bütün halk toplam 42 360 kişiydi.
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65
|Esdras 2:65|
Ayrıca 7 337 erkek ve kadın köle, kadınlı erkekli 200 ezgici, 736 at, 245 katır, 435 deve, 6 720 eşek vardı.
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68
|Esdras 2:68|
Bazı aile başları Yeruşalimdeki RAB Tanrının Tapınağına varınca, tapınağın bulunduğu yerde yeniden kurulması için gönülden armağanlar verdiler.
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69
|Esdras 2:69|
Her biri gücü oranında hazineye bu iş için toplam 61 000 darik altın, 5 000 mina gümüş, 100 kâhin mintanı bağışladı.
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70
|Esdras 2:70|
Kâhinler, Levililer, halktan bazı kişiler -ezgiciler, tapınak görevlileri ve kapı nöbetçileri- kendi kentlerine yerleştiler. Böylece bütün İsrailliler kentlerinde yaşamaya başladılar.
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Sugestões

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24 de janeiro LAB 390
DESLEGALIZADOS - 1
Êxodo 21-23
Quanta lei encontramos na leitura de hoje! Têm as leis acerca dos escravos hebreus, leis acerca da violência e dos acidentes, leis acerca da proteção de propriedade, leis acerca das responsabilidades sociais, leis acerca do exercício da justiça, leis acerca do sábado e as leis acerca das grandes festas anuais. Na história da humanidade, sempre foi assim. Em qualquer comunidade que você conviver, encontrará regras estabelecidas para ser cumpridas. Isso se choca com uma tendência que temos: a de não gostar de regras. E é daí que vem o questionamento: “O mundo não seria melhor se não houvesse as leis? Onde fica a nossa liberdade?”
Essa é uma pergunta de muitos. Para respondê-la, usarei, nos comentários de hoje e de amanhã, os argumentos apresentados por Rodrigo P. Silva, em seu livro “Abrindo o Jogo”, da Casa Publicadora Brasileira.
O Dr. Silva explica que na palavra “liberdade” reside o grande anseio humano de todos os tempos. Todos queremos ser livres. Tal palavra tornou-se o jargão principal dos novos tempos. O que acontece, porém, é que no vocabulário popular, “liberdade” tornou-se, aos poucos, antônimo de palavras como “lei” e “regulamento”. A idéia defendida é de que quanto menos restrições tivermos, mais livres e felizes seremos, pois onde há regras não há liberdade. Não é à toa que o sexo irresponsável é comumente chamado de “amor livre”.
De modo geral, as pessoas, inconscientemente influenciadas por essa filosofia de “liberdade versus leis” acabam tendo uma atitude sempre pejorativa em face dos deveres diários. Aí entram em cena alguns “liberais”, descrevendo o que para eles seria um verdadeiro paraíso na Terra. Na verdade, as idéias de liberalismo não são mera filosofia própria de alguns adolescentes fantasiosos. Muita gente mais “adulta” já tentou argumentar racionalmente que os fins justificam os meios. Mas como se vê, a falta de regras poderia parecer o paraíso, mas, na verdade, seria um inferno vivo, um caos.
Essa imaginação de um mundo sem leis poderia se chamar “utopia”. Em outras palavras, nenhum lugar funcionaria sem leis. Veja então como é incoerente o conceito de liberdade que muitas pessoas possuem. Na verdade, o que os liberais querem é que as vontades deles próprios sejam cumpridas e que o resto do mundo lhes seja escravo. Não é o fim das leis que estão pregando, mas a ascensão do egocentrismo. Eles querem o mundo girando em torno de si e se iludem pensando que isso é possível e normal.
Veja como aquelas leis eram úteis para os israelitas. Quanto a você e eu, tiremos das leis de Êxodo 21-23, as lições para a realidade das leis que atualmente nos cercam.
Valdeci Júnior
Fátima Silva