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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Kutsal İncil -
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18
|Josué 11:18|
Yeşu bu krallarla uzun süre savaştı.
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19
|Josué 11:19|
Givonda yaşayan Hivliler dışında, İsraillilerle barış antlaşması yapan bir kent olmadı. İsrailliler öbür kentlerin hepsini savaşarak aldılar.
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20
|Josué 11:20|
Çünkü onları İsraile karşı savaşmaya kararlı yapan RABbin kendisiydi. Böylece RABbin Musaya buyurduğu gibi, İsrailliler onlara acımadı, hepsini öldürüp yok ettiler.
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21
|Josué 11:21|
Yeşu bundan sonra Anaklıların üzerine yürüdü. Onları dağlık bölgeden, Hevron, Devir ve Anavdan, Yahuda ve İsrailin bütün dağlık bölgelerinden söküp attı. Kentleriyle birlikte onları tümüyle yok etti.
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22
|Josué 11:22|
İsraillilerin elindeki topraklarda hiç Anaklı kalmadı. Yalnız Gazze, Gat ve Aşdotta sağ kalanlar oldu.
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23
|Josué 11:23|
RAB'bin Musa'ya söylediği gibi, Yeşu bütün ülkeyi ele geçirdi ve İsrail oymakları arasında mülk olarak bölüştürdü. Böylece savaş sona erdi, ülke barışa kavuştu.
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1
|Josué 12:1|
İsraillilerin bozguna uğrattığı, Şeria Irmağının doğusunda, Aravanın bütün doğusu ile Arnon Vadisinden Hermon Dağına kadar topraklarını ele geçirdiği krallar şunlardır:
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2
|Josué 12:2|
Heşbonda oturan Amorluların Kralı Sihon: Krallığı Arnon Vadisi kıyısındaki Aroerden -vadinin ortasından- başlıyor, Ammonluların sınırı olan Yabbuk Irmağına dek uzanıyor, Gilatın yarısını içine alıyordu. Arava bölgesinin doğusu da ona aitti. Burası Kinneret Gölünden Arava -Lut- Gölüne uzanıyor, doğuda Beytyeşimota, güneyde de Pisga Dağının yamaçlarına varıyordu.
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4
|Josué 12:4|
Sağ kalan Refalılardan, Aştarot ve Edreide oturan Başan Kralı Og:
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5
|Josué 12:5|
Kral Og, Hermon Dağı, Salka, Geşurlularla Maakalıların sınırına kadar bütün Başanı ve Heşbon Kralı Sihonun sınırına kadar uzanan Gilatın yarısını yönetiyordu.
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Sugestões

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13 de fevereiro LAB 410
FAZENDO CONTABILIDADE NA BÍBLIA
Números 07-08
Quando fiz Processamento de Dados, tive algumas matérias me marcaram muito. Algumas delas eram da área de Contabilidade, mas eu não gostava tanto delas. Mesmo assim, sabia que eram absolutamente necessárias. E, ironicamente, apesar de não apreciá-las, era apaixonado por elas! E na necessidade de envolver-me com elas, eu me debruçava em cima dos conhecimentos contábeis, por obrigação. Lembro-me do desafio de fazer e fechar balancetes. Uma vez, passei quase a noite inteira “brigando” com um balancete.
O mais interessante eram as provas. O professor dava um problema. para fecharmos um balancete, e ficávamos nos matando em cima daquelas continhas “T”, por horas. No final, ou tirava a nota máxima, ou tirava zero. E o que mais me deixava intrigado era o fato de que o professor já nos fornecia o resultado final, antes de começarmos a fazer a prova. Eu ficava louco com aquilo. O importante não era saber qual era o número final, mas sim, como chegar até ele. Logo, se alguém quisesse colar, não teria como. O negócio era fazer os cálculos: números e mais números. A parte que eu gostava era comparar minha prova com as dos colegas, despois que o professor as devolvia. As que estavam certas eram exatamente iguais. Incrível! Se um detalhezinho estivesse diferente, tudo estaria errado, e o resultado seria desastroso. Foi Deus quem criou os números, as quantidades, as operações numéricas – a matemática. Por isso, ela é tão perfeita. E nessa, o importante não é o todo, mas sim os detalhes.
Os leitores superficiais precisam tomar cuidado. Há pessoas que quando se deparam com Números 7 e leem sobre o primeiro dia, quando Nasson trouxe sua oferta, e logo em seguida, quando leem sobre o segundo dia e começam a perceber que parece que a oferta de Natanael era igualzinha têm a tentação de dar apenas uma olhada por cima e pular lá para o final do capítulo ou para o seguinte. Não! Espere aí! Será que é iguazinho mesmo? E se não for? Será que isso importa?
Vou lhe fazer um desafio. Assim como um contabilista, tenha o compromisso de fazer um trabalho minucioso sobre “Números”, comparando todos os dados. Será que são todos exatamente iguais ou diferentes? Se forem iguais, você chegará ao final boquiaberto ao concluir: “Como Deus é organizado, minucioso, e detalhista!” E então entenderá porque está tudo ali: Deus dá a prova. Se não forem iguais, você terá um desafio maior (mas terá um aproveitamento maior ainda): responder à seguinte pergunta, para cada diferença que encontrar: “Por que só esse detalhezinho aqui é diferente?” O que ele tem a ensinar?
Você aceita o desafio? Então, comece já e verá como será legal!
Valdeci Júnior
Fátima Silva