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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Kutsal İncil -
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33
|Lucas 22:33|
Simun İsaya, ‹‹Ya Rab, ben seninle birlikte zindana da, ölüme de gitmeye hazırım›› dedi.
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34
|Lucas 22:34|
İsa, ‹‹Sana şunu söyleyeyim, Petrus, bu gece horoz ötmeden beni tanıdığını üç kez inkâr edeceksin›› dedi.
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35
|Lucas 22:35|
Sonra İsa onlara, ‹‹Ben sizi kesesiz, torbasız ve çarıksız gönderdiğim zaman, herhangi bir eksiğiniz oldu mu?›› diye sordu. ‹‹Hiçbir eksiğimiz olmadı›› dediler.
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36
|Lucas 22:36|
O da onlara, ‹‹Şimdi ise kesesi olan da, torbası olan da yanına alsın›› dedi. ‹‹Kılıcı olmayan, abasını satıp bir kılıç alsın.
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37
|Lucas 22:37|
Size şunu söyleyeyim, yazılmış olan şu sözün yaşamımda yerine gelmesi gerekiyor: ‹O, suçlularla bir sayıldı.› Gerçekten de benimle ilgili yazılmış olanlar yerine gelmektedir.››
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38
|Lucas 22:38|
‹‹Ya Rab, işte burada iki kılıç var›› dediler. O da onlara, ‹‹Yeter!›› dedi.
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39
|Lucas 22:39|
İsa dışarı çıktı, her zamanki gibi Zeytin Dağına gitti. Öğrenciler de Onun ardından gittiler.
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40
|Lucas 22:40|
Oraya varınca İsa onlara, ‹‹Dua edin ki ayartılmayasınız›› dedi.
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41
|Lucas 22:41|
Onlardan bir taş atımı kadar uzaklaştı ve diz çökerek şöyle dua etti: ‹‹Baba, senin isteğine uygunsa, bu kâseyi benden uzaklaştır. Yine de benim değil, senin istediğin olsun.››
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43
|Lucas 22:43|
Gökten bir melek İsaya görünerek Onu güçlendirdi.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva