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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Kutsal İncil -
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13
|Mateus 13:13|
Onlara benzetmelerle konuşmamın nedeni budur. Çünkü, ‹Gördükleri halde görmezler, Duydukları halde duymaz ve anlamazlar.›
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14
|Mateus 13:14|
‹‹Böylece Yeşayanın peygamberlik sözü onlar için gerçekleşmiş oldu: ‹Duyacak duyacak, ama hiç anlamayacaksınız, Bakacak bakacak, ama hiç görmeyeceksiniz!
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15
|Mateus 13:15|
Çünkü bu halkın yüreği duygusuzlaştı, Kulakları ağırlaştı. Gözlerini kapadılar. Öyle ki, gözleri görmesin, Kulakları duymasın, yürekleri anlamasın Ve bana dönmesinler. Dönselerdi, onları iyileştirirdim.›
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16
|Mateus 13:16|
‹‹Ama ne mutlu size ki, gözleriniz görüyor, kulaklarınız işitiyor!
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17
|Mateus 13:17|
Size doğrusunu söyleyeyim, nice peygamberler, nice doğru kişiler sizin gördüklerinizi görmek istediler, ama göremediler. Sizin işittiklerinizi işitmek istediler, ama işitemediler.
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18
|Mateus 13:18|
‹‹Şimdi ekinciyle ilgili benzetmeyi siz dinleyin.
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19
|Mateus 13:19|
Kim göksel egemenlikle ilgili sözü işitir de anlamazsa, kötü olan gelir, onun yüreğine ekileni söker götürür. Yol kenarına ekilen tohum işte budur.
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20
|Mateus 13:20|
Kayalık yerlere ekilen ise işittiği sözü hemen sevinçle kabul eden, ama kök salamadığı için ancak bir süre dayanan kişidir. Böyle biri Tanrı sözünden ötürü sıkıntı ya da zulme uğrayınca hemen sendeleyip düşer.
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22
|Mateus 13:22|
Dikenler arasında ekilen de şudur: Sözü işitir, ama dünyasal kaygılar ve zenginliğin aldatıcılığı sözü boğar ve ürün vermesini engeller.
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23
|Mateus 13:23|
İyi toprağa ekilen tohum ise, sözü işitip anlayan birine benzer. Böylesi elbette ürün verir, kimi yüz, kimi altmış, kimi de otuz kat.››
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva