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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Kutsal İncil -
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22
|Mateus 17:22|
Celilede bir araya geldiklerinde İsa onlara, ‹‹İnsanoğlu, insanların eline teslim edilecek ve öldürülecek, ama üçüncü gün dirilecek›› dedi. Öğrenciler buna çok kederlendiler.
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24
|Mateus 17:24|
Kefarnahuma geldiklerinde, iki dirhemlik tapınak vergisini toplayanlar Petrusa gelip, ‹‹Öğretmeniniz tapınak vergisini ödemiyor mu?›› diye sordular.
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25
|Mateus 17:25|
Petrus, ‹‹Ödüyor›› dedi. Petrus eve gelince, daha kendisi bir şey söylemeden İsa ona, ‹‹Simun, ne dersin?›› dedi. ‹‹Dünya kralları gümrük ya da vergiyi kimlerden alır? Kendi oğullarından mı, yabancılardan mı?››
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26
|Mateus 17:26|
Petrusun, ‹‹Yabancılardan›› demesi üzerine İsa, ‹‹O halde oğullar muaftır›› dedi.
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27
|Mateus 17:27|
‹‹Ama vergi toplayanları gücendirmeyelim. Göle gidip oltanı at. Tuttuğun ilk balığı çıkar, onun ağzını aç, dört dirhemlik bir akçe bulacaksın. Parayı al, ikimizin vergisi olarak onlara ver.››
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1
|Mateus 18:1|
Bu sırada öğrencileri İsaya yaklaşıp, ‹‹Göklerin Egemenliğinde en büyük kimdir?›› diye sordular.
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2
|Mateus 18:2|
İsa, yanına küçük bir çocuk çağırdı, onu orta yere dikip şöyle dedi: ‹‹Size doğrusunu söyleyeyim, yolunuzdan dönüp küçük çocuklar gibi olmazsanız, Göklerin Egemenliğine asla giremezsiniz.
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4
|Mateus 18:4|
Kim bu çocuk gibi alçakgönüllü olursa, Göklerin Egemenliğinde en büyük odur.
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5
|Mateus 18:5|
Böyle bir çocuğu benim adım uğruna kabul eden, beni kabul etmiş olur.
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6
|Mateus 18:6|
‹‹Ama kim bana iman eden bu küçüklerden birini günaha düşürürse, boynuna kocaman bir değirmen taşı asılıp denizin dibine atılması kendisi için daha iyi olur.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva