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Kutsal İncil -
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|Neemias 8:11|
Levililer, ‹‹Sakin olun, bugün kutsal bir gündür, üzülmeyin›› diyerek halkı yatıştırdılar.
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|Neemias 8:12|
Böylece herkes yiyip içmek, yiyeceklerini başkalarıyla paylaşmak ve büyük şenlik yapmak üzere evinin yolunu tuttu. Çünkü kendilerine okunanları anlamışlardı.
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13
|Neemias 8:13|
Ertesi gün bütün aile başları, kâhinler ve Levililer Kutsal Yasanın buyruklarını öğrenmek için Bilgin Ezranın çevresine toplandılar.
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14
|Neemias 8:14|
Yasada RABbin Musa aracılığıyla verdiği şu buyruğu buldular: Yedinci ayda kutlanan bayramda İsrailliler çardaklarda oturmalı.
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15
|Neemias 8:15|
Bütün kentlerde ve Yeruşalimde şu duyuru yapılsın: ‹‹Dağlara çıkın; yasada yazılana uygun olarak, çardak yapmak üzere zeytin, iğde, mersin ve hurma dalları, sık yapraklı ağaç dalları getirin.››
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16
|Neemias 8:16|
Böylece halk dalları getirip damlarında, evlerinin ve Tanrı Tapınağının avlularında, Su Kapısı ve Efrayim Kapısı alanlarında çardaklar yaptı.
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|Neemias 8:17|
Sürgünden dönen herkes yaptığı çardakta oturdu. İsrailliler Nun oğlu Yeşunun döneminden beri böyle bir kutlama yapmamışlardı. Herkes büyük sevinç içindeydi.
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18
|Neemias 8:18|
Ezra ilk günden son güne kadar, her gün Tanrı'nın Yasa Kitabı'nı okudu. Yedi gün bayram yaptılar. Sekizinci gün kural uyarınca kutsal toplantı yapıldı.
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva