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Kutsal İncil -
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17
|Neemias 6:17|
O günlerde Yahuda soylularıyla Toviya sık sık yazışıyorlardı.
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18
|Neemias 6:18|
Birçok Yahudalı Toviyaya bağlı kalacağına ant içmişti. Çünkü Toviya, Arah oğlu Şekanyanın damadıydı. Oğlu Yehohanan da Berekya oğlu Meşullamın kızını almıştı.
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19
|Neemias 6:19|
Soylular Toviya'nın iyiliklerini bana anlatıyor, benim söylediklerimi de ona iletiyorlardı. Toviya beni yıldırmak için sürekli mektup gönderiyordu.
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1
|Neemias 7:1|
Surların onarımı bitip kapılar yerine takıldıktan sonra, kapı nöbetçileri, ezgiciler ve Levililer göreve atandı.
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2
|Neemias 7:2|
Kardeşim Hananiyle kale komutanı Hananyayı Yeruşalime yönetici atadım. Hananya güvenilir bir kişiydi. Çoğu insandan daha çok Tanrıdan korkardı.
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3
|Neemias 7:3|
Onlara, ‹‹Güneş ortalığı ısıtıncaya kadar Yeruşalim kapıları açılmasın›› dedim, ‹‹Kapı nöbetçileri görev başındayken kapıları kapalı tutsunlar. Kapıları siz sürgüleyin ve Yeruşalimde oturanlara nöbet görevi verin. Bazıları bu görevi yapsın, bazıları da evlerinin çevresinde nöbet tutsun.››
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4
|Neemias 7:4|
Yeruşalim geniş, büyük bir kentti, ama nüfusu azdı. İçindeki evler henüz onarılmamıştı.
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5
|Neemias 7:5|
Tanrım soylarına göre halkın sayımı yapılabilsin diye soyluları, yetkilileri ve bütün halkı toplamamı istedi. Sürgünden ilk dönenlerin soy kütüğünü buldum. İçinde şunlar yazılıydı:
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6
|Neemias 7:6|
Babil Kralı Nebukadnessarın sürgün ettiği insanlar yaşadıkları ilden Yeruşalim ve Yahudadaki kendi kentlerine döndü.
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7
|Neemias 7:7|
Bunlar Zerubbabil, Yeşu, Nehemya, Azarya, Raamya, Nahamani, Mordekay, Bilşan, Misperet, Bigvay, Nehum ve Baananın önderliğinde geldiler. Sürgünden dönen İsraillilerin sayıları şöyleydi:
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva