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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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King James Version -
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41
|1 Crônicas 6:41|
The son of Ethni, the son of Zerah, the son of Adaiah,
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42
|1 Crônicas 6:42|
The son of Ethan, the son of Zimmah, the son of Shimei,
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43
|1 Crônicas 6:43|
The son of Jahath, the son of Gershom, the son of Levi.
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44
|1 Crônicas 6:44|
And their brethren the sons of Merari stood on the left hand: Ethan the son of Kishi, the son of Abdi, the son of Malluch,
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45
|1 Crônicas 6:45|
The son of Hashabiah, the son of Amaziah, the son of Hilkiah,
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46
|1 Crônicas 6:46|
The son of Amzi, the son of Bani, the son of Shamer,
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47
|1 Crônicas 6:47|
The son of Mahli, the son of Mushi, the son of Merari, the son of Levi.
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48
|1 Crônicas 6:48|
Their brethren also the Levites were appointed unto all manner of service of the tabernacle of the house of God.
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49
|1 Crônicas 6:49|
But Aaron and his sons offered upon the altar of the burnt offering, and on the altar of incense, and were appointed for all the work of the place most holy, and to make an atonement for Israel, according to all that Moses the servant of God had commanded.
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50
|1 Crônicas 6:50|
And these are the sons of Aaron; Eleazar his son, Phinehas his son, Abishua his son,
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva