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Nova Tradução na Linguagem de Hoje -
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1
|Cantares 3:1|
Noites e noites, na minha cama, eu procurei o meu amado; procurei, porém não o encontrei.
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|Cantares 3:2|
Então me levantei e andei por toda a cidade, pelas ruas e pelas praças. Eu procurei o meu amado; procurei, mas não o pude achar.
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3
|Cantares 3:3|
Os guardas que patrulham a cidade me encontraram, e eu perguntei: "Vocês viram o meu amado?"
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4
|Cantares 3:4|
E, logo que saà de perto deles, eu o encontrei. Eu abracei o meu amado e não o deixei ir embora até que ele foi comigo à casa da minha mãe, ao quarto daquela que me deu à luz.
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5
|Cantares 3:5|
Mulheres de Jerusalém, prometam e jurem, pelas gazelas e pelas corças selvagens, que vocês não vão perturbar o nosso amor.
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6
|Cantares 3:6|
O que é aquilo que vem subindo do deserto? Parece uma nuvem de fumaça de mirra, e de incenso, e de todo tipo de perfumes vendidos pelos mercadores.
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7
|Cantares 3:7|
É a liteira do rei Salomão; sessenta soldados, os melhores de Israel, formam a sua guarda pessoal.
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8
|Cantares 3:8|
Todos eles sabem usar bem a espada e são treinados para a guerra. Cada um está armado com uma espada, por causa dos perigos da noite.
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9
|Cantares 3:9|
A liteira que o rei Salomão mandou fazer era de madeira da melhor qualidade.
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10
|Cantares 3:10|
As suas colunas eram cobertas de prata, e o seu teto era de tecido bordado a ouro. As suas almofadas, forradas de fino tecido vermelho, foram feitas com carinho pelas mulheres de Jerusalém.
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Sugestões

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23 de agosto LAB 601
PERICULOSIDADE
Jeremias 42-44
O Jeremias foi parar no Egito. Ele não queria ir para lá, de jeito nenhum. Ele falara para o povo que eles não deveriam ir. E ele só foi para lá, por ter sido forçado pelas circunstâncias da teimosia do povo. Mas, fazer o quê!
Você já passou por isso? Por uma circunstância desagradável, pela qual você não gostaria de ter passado. A princÃpio você evita, mas depois, a situação foge do seu controle, e, por causa dos outros, você também acaba se lascando. Nestas horas, é difÃcil ficar de boca fechada.
Foi o que aconteceu com o Jeremias que foi parar em Dafne, na fronteira nordeste do Egito. Dafne não seria o ponto final da migração dos judeus que acompanhavam Joanã naquela fuga. Dali eles se espalhariam. Mas, o fato é que, durante a pausa em Dafne, Jeremias recebeu uma mensagem do Senhor. E deveria apresentá-la em forma dramatizada, como as do cinto de linho e do vaso quebrado, que já apresentara anteriormente.
A obstinação do povo era tanta que nada mais, nem a mensagem, as palavras ou as encenações de Jeremias, tinha efeito. Quão fácil era-lhes torcer os fatos e interpretá-los segundo seus preconceitos e preferência. Qual fácil é também que isso aconteça conosco hoje. É um perigo. Quando o povo de Deus chega a esse ponto, o que mais um profeta de Deus pode fazer?
Diante da inutilidade dos argumentos, Jeremias apela para o futuro: a história diria quem tinha razão. Que levassem sua maldade às últimas conseqüências. Veriam com seus próprios olhos, e em sua própria carne, a palavra de quem subsistiria, a sua, ou a do Senhor. Deus então declara que Seu nome não mais seria pronunciado em vão por um só judeu vivendo no Egito. Seriam todos consumidos pela espada e pela fome. Os que sobreviveriam e teriam ocasião de voltar à sua terra constituiriam um número diminuto.
Um sinal finalmente lhes é dado como prova de que a palavra do Senhor é que prevaleceria. Tinham se refugiado à sombra de Faraó-Hofra (Apries - 589 a 570 d.C). Pois bem, Hofra seria entregue na mão de seus inimigos, que o fariam perecer. E realmente, ele perdeu sua vida numa rebelião, sendo sucedido por Amasis.
Os teimosos judeus ficaram perdidos. O maior problema daquele povo foi confundir permissão divina com vontade divina. Uma coisa é o que Deus quer, outra coisa é o que Deus, até certo ponto, tolera. E cair na zona da tolerância é um perigo. Porque tudo fica passÃvel de ser confundido, e, na penumbra cinzenta, vem o pior: o sincretismo.
O melhor é procurar fazer a vontade de Deus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva