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Nova Tradução na Linguagem de Hoje -
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1
|Cantares 8:1|
Que bom seria se você fosse meu irmão, se tivesse sido amamentado por minha mãe! Então, se eu me encontrasse com você na rua, poderia beijá-lo, e ninguém se importaria.
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2
|Cantares 8:2|
Eu o levaria para a casa da minha mãe, e você me ensinaria. Eu lhe daria vinho com especiarias e o meu vinho de romãs para você beber.
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3
|Cantares 8:3|
A sua mão esquerda estaria debaixo da minha cabeça, e a direita me abraçaria.
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4
|Cantares 8:4|
Prometam, mulheres de Jerusalém, que vocês não vão perturbar o nosso amor.
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5
|Cantares 8:5|
Quem é esta que vem subindo do deserto, de braço dado com o seu querido? Debaixo da macieira, eu acordei você, ali, onde você nasceu, no lugar onde a sua mãe o deu à luz.
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6
|Cantares 8:6|
Grave o meu nome no seu coração e no anel que está no seu dedo. O amor é tão poderoso como a morte; e a paixão é tão forte como a sepultura. O amor e a paixão explodem em chamas e queimam como fogo furioso.
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7
|Cantares 8:7|
Nenhuma quantidade de água pode apagar o amor, e nenhum rio pode afogá-lo. Se alguém quisesse comprar o amor e por ele oferecesse as suas riquezas, receberia somente o desprezo.
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8
|Cantares 8:8|
Nós temos uma irmãzinha que ainda tem seios pequenos. O que faremos por nossa irmãzinha quando um rapaz quiser namorá-la?
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9
|Cantares 8:9|
Se ela for uma muralha, nós a defenderemos com uma torre de prata. Se ela for uma porta, nós a reforçaremos com sarrafos de cedro.
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10
|Cantares 8:10|
Eu sou uma muralha, e os meus seios são as suas torres. Por isso, o meu amado está certo de que estou bem protegida e segura.
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Sugestões

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03 de setembro LAB 612
APROVEITE A DISCIPLINA POR AMOR
Ezequiel 21-23
O que significa a expressão “o cetro de meu filho”, de Ezequiel 21:10?
Pra entender essa figura, você precisa tentar entender todo o trecho de texto. Ezequiel 21:8-17 trata da Espada Afiada e Polida.
Na sequência dos capítulos anteriores, o terror da destruição próxima de Jerusalém é descrito neste oráculo aqui, em termos ainda assustadores. A espada não só estava desembainhada, mas está afiada e polida para o dia da matança (v.10). Não era ocasião nem para regozijo, nem para zombaria. Por ocasião do sítio de Jerusalém por Senaqueribe nos dias do rei Ezequias, houve aqueles que, com o maior cinismo, estavam se preparando para o desastre que ameaçava engolfar a cidade dizendo: “Comamos e bebamos, que amanhã morreremos” (Isaías 22:13). Aparentemente, a história iria repetir-se ao Jerusalém ser sitiada pelos exércitos de Nabucodonosor. Esta diferença cínica em face de um perigo mortal reproduziu-se por ocasião do banquete que Belsazar ofereceu a seus grandes à véspera da tomada de Babilônia pelas tropas de Ciro (Daniel 5).
A frase final do v.10, que, a princípio, oferece umas certas dificuldades para ser entendida, poderia ser traduzida assim: “O cetro [na NVI, vareta] de meu filho despreza qualquer [outro] pau”. O termo hebraico “shebet” significa não somente “cetro”, mas também “tribo”. Nas bênçãos que Jacó proferiu em seu leito de morte somente de Judá diz ele beni, “filho meu” (Gênesis 49:9). Levando em consideração estes dois fatos, a frase “a tribo de meu filho” seria uma referência à tribo de Judá. O sentido de toda a frase seria então: “Judá despreza qualquer pau”. “Pau” teria neste contexto o sentido de “castigo”. Como Judá tinha desprezado os castigos mais leves do passado representados pelo “pau”, teria agora que sofrer o castigo da espada afiada e polida.
Através do “matador” do v.11, que é o NABUCODONOSOR, ou melhor, o exército que ele comandava, iria acontecer uma guerra contra todo o povo de Judá, e mesmo os príncipes não escapariam (v.12). O castigo seria feio. Judá, que tinha desprezado os castigos anteriores expressados pela vara, não sobreviveria ao castigo da espada (versos 13 e 10). A carnificina que ocorreria por ocasião do sítio e conquista de Jerusalém é descrita em termos horripilantes nos vv.14-17. E isso tudo realmente aconteceu. Infelizmente.
Lição de aplicação para a nossa vida: quando Deus nos permitir uma leve conseqüência ruim, em vez de desprezarmos a repreensão ou, em vez de até mesmo reclamar com Deus, o melhor é procurar aprender a lição enquanto a disciplina é leve. Caso contrário, a repreensão posterior pode ser insuportável. Concluindo tudo, o conselho é: aproveite a disciplina por amor.
Valdeci Júnior
Fátima Silva