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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Nova Tradução na Linguagem de Hoje -
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1
|Gênesis 10:1|
São estes os descendentes de Sem, Cam e Jafé, os filhos de Noé. Aos três nasceram filhos depois do dilúvio.
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2
|Gênesis 10:2|
Os filhos de Jafé foram Gomer, Magogue, Madai, Javã, Tubal, Meseque e Tirás.
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3
|Gênesis 10:3|
Os filhos de Gomer foram Asquenaz, Rifate e Togarma.
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4
|Gênesis 10:4|
Os descendentes de Javã foram os povos de Elisá, Espanha, Chipre e Rodes.
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5
|Gênesis 10:5|
Esses foram os descendentes de Jafé; eles moram no litoral e nas ilhas, cada povo e cada família na sua própria terra, com a sua própria língua.
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6
|Gênesis 10:6|
Os filhos de Cam foram Cuche, Egito, Líbia e Canaã.
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7
|Gênesis 10:7|
Os filhos de Cuche foram Sebá, Havilá, Sabtá, Raamá e Sabteca. Os filhos de Raamá foram Sabá e Dedã.
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8
|Gênesis 10:8|
Cuche foi pai de Ninrode, o primeiro grande conquistador do mundo.
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9
|Gênesis 10:9|
Com a ajuda de Deus, o SENHOR, ele se tornou um caçador famoso, e é por isso que se diz: "Seja igual a Ninrode, que com a ajuda do SENHOR foi um grande caçador."
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10
|Gênesis 10:10|
No começo faziam parte do seu reino as cidades de Babilônia, Ereque e Acade, todas as três em Sinar.
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Sugestões

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10 de janeiro LAB 376
EGOLATRIA
Gênesis 31-33
Você está fugindo de alguma coisa? Quero convidá-lo a fugir. Vamos fugir? O quê? Precisamos fugir da idolatria. Talvez você imagine que não precisa fugir da idolatria, por não ter nenhum santuário cheio de imagens em casa. Mas cada um de nós corre o risco de idolatrar alguma coisa até mesmo secular. Na leitura de hoje, tem a história de pessoas que estavam muito apegadas a itens não-religiosos.
Muitos, ao ler Gênesis 31, encabulam-se em pensar numa possível conivência da parte de Deus, permitindo que seus patriarcas fossem religiosos idolátricos. E a pergunta é: “As estatuetas que Raquel roubou denotam que Jacó era idólatra?”
As estatuetas que as pessoas da família de Abraão usavam e que aparecesse na nossa Bíblia traduzidas como ídolos ou deuses, na realidade, não eram adoradas por eles.
No original hebraico, a palavra é “terafim”. Eram bonequinhos de barro usados como documentação de propriedades. Quem os possuía era dono dos bens materiais a que se referiam, como se fosse a escritura de uma fazenda.
Muitos anos depois, as pessoas passaram a adorar essas estatuetas. Daí sim, elas passaram a ocupar o contexto de idolatria. Por isso, vem a confusão ao se interpretar o texto hebraico do Antigo Testamento em saber se o terafim era um objeto de documentação ou de adoração.
No caso da família de Abraão, se você analisar bem o contexto, verá que a importância que as estátuas tinham para eles era de documentação e não de adoração porque:
a) Na fuga de Jacó e Raquel, com a perseguição de Labão, a motivação de seus confrontos era a preocupação com os bens materiais, a herança, o salário, etc.;
b) Eles não aparecem orando ou preocupados com a veneração a esses objetos;
c) Nessa história, eles sempre adoram ao Senhor;
d) Raquel chega a sentar-se em cima das estatuetas - ela jamais faria isso com o que considerasse santo.
A única idolatria que poderia estar se passando por ali era a de colocar os bens materiais na frente de Deus, nas prioridades do coração. Essa é a mesma idolatria na qual corremos o risco de cair hoje, pois onde está o nosso tesouro, também está o nosso coração (Mateus 6:21). Mas, nesse caso, o problema não está com o objeto idolatrado e sim com a disposição mental da pessoa relacionada ao objeto. O maior inimigo do homem é ele próprio. Nossa tendência é amar tanto o nosso ego, ao ponto extremo de colocá-lo acima de Deus. A egolatria também é pecado, porque nos aliena do Pai que está no Céu.
Lembre-se sempre de dar toda a honra, glória e louvor somente a Deus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva