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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Nova Tradução na Linguagem de Hoje -
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|Juízes 4:2|
Por isso o SENHOR deixou que eles fossem conquistados por Jabim, rei de Canaã, que governava a cidade de Hazor. O comandante do seu exército era Sísera, que morava em Harosete-Hagojim.
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|Juízes 4:3|
Jabim tinha novecentos carros de ferro. Durante vinte anos ele maltratou o povo de Israel sem dó nem piedade. Então o povo de Israel pediu socorro a Deus, o SENHOR.
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4
|Juízes 4:4|
Débora, mulher de Lapidote, era profetisa. Era também juíza dos israelitas naquele tempo.
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5
|Juízes 4:5|
Havia uma palmeira entre Ramá e Betel, na região montanhosa de Efraim. Débora sentava-se debaixo dela, e os israelitas vinham até ali para que ela julgasse as questões que eles traziam.
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6
|Juízes 4:6|
Ela mandou chamar Baraque, filho de Abinoão, que estava na cidade de Quedes, no território da tribo de Naftali, e lhe disse: - O SENHOR, o Deus de Israel, está lhe dando esta ordem: "Escolha dez mil homens das tribos de Naftali e Zebulom e os leve ao monte Tabor.
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7
|Juízes 4:7|
Eu vou trazer Sísera, o comandante do exército de Jabim, até o rio Quisom para lutar contra você. Ele virá com seus carros de ferro e soldados, mas eu farei com que você o vença."
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8
|Juízes 4:8|
Então Baraque disse a Débora: - Só irei se você for comigo. Se você não for, eu também não irei.
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|Juízes 4:9|
Ela respondeu: - Está bem! Eu vou com você. Mas você não ficará com as honras da vitória, pois o SENHOR Deus entregará Sísera nas mãos de uma mulher. E Débora foi com Baraque para Quedes.
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|Juízes 4:10|
Baraque convocou as tribos de Zebulom e Naftali para a cidade de Quedes, e dez mil homens o seguiram. E Débora foi com ele.
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|Juízes 4:11|
Acontece que Héber, o queneu, havia se separado dos outros queneus, os descendentes de Hobabe, cunhado de Moisés. Ele havia armado as suas barracas perto do carvalho de Zaananim, que não ficava longe de Quedes.
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Sugestões

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30 de janeiro LAB 396
TRABALHO ABENÇOADO
Êxodo 37-38
Vamos trazer o pano de fundo de Êxodo 37-38 para uma comparação com algo que acontece, de forma semelhante, em toda a História. Esses bastidores também têm tudo a ver com o mundo atual em que vivemos. E as lições são muitas.
A inteligência é uma dádiva. Deus a concede à humanidade para beneficiar-lhe. E o ser humano usa-a para o seu malefício, provocando sua própria destruição em um processo vicioso de regressão dos valores e dos princípios.
Para solucionar os problemas de sobrevivência e conceder bem-estar às pessoas – que vivem em um mundo degradado – Deus concede-lhes a capacidade de produzir inventos poderosamente bons. Gutenberg inaugurou a imprensa com a frase “Pai nosso que estás nos Céus” e, logo em seguida, editou a Bíblia para a salvação de muitos. Isso evoluiu tanto, que hoje trocamos as informações gráficas virtualmente. Nossos computadores, interligados em rede, nos proporcionam essa bênção. Que benefício para os universitários!
Mas, na proporção que essas bênçãos são dadas aos seres humanos, eles, infelizmente, transformam-nas em degradação moral. Você pode perceber isso, de maneira muito clara, quando passa por uma banca de revistas e vê que a literatura ali existente, quase em sua totalidade, é um borrão para a alma. Ou, quando as estatísticas comprovam que o mercado pornográfico fatura bilhões e bilhões de dólares, especialmente pela mídia digital. É! O mundão em que vivemos é o verdadeiro retrato pintado pela letra de Léo Canhoto na música “O Último Julgamento”. Com isso, o homem sempre inova algo, com aparência e sofisticação superiores ao que já existia, mas com menores soluções para os seus problemas anteriores. Aumenta-se assim, a fraqueza e a autodestruição humanas.
Hoje são inventadas novas tecnologias com a finalidade de ajudar. Ajudarão, por um tempo, até que passarão a atrapalhar, necessitando de novas invenções para remediá-las que, por sua vez, entrarão no mesmo ciclo vicioso. Esse ciclo degenerativo das inovações tecnológicas acontece sob uma análise feita absolutamente no nível da capacidade humana.
Entretanto, o homem pode produzir feitos que não sejam tão “desgraçantes”, mas, pelo contrário, benéficos e duradouros. Como? A arca da aliança, a mesa e os utensílios, o candelabro de ouro e o altar dos holocaustos ainda são lembrados com tanto carinho e têm uma representação no próprio santuário celestial por causa de um diferencial. Foram produzidos com o segredo de Bezalel e seus companheiros de serviço: “Moisés inspecionou a obra e viu que tinham feito tudo conforme o Senhor tinha ordenado. Então, Moisés os abençoou” (Êxodo 39:43).
Entregue seu trabalho a Deus e deixe-O guiá-lo. Certamente, ele não fará parte do ciclo degenerativo das inovações tecnológicas. Vai ser muito abençoado!
Valdeci Júnior
Fátima Silva