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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Nova Tradução na Linguagem de Hoje -
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|Juízes 1:11|
Dali marcharam contra os moradores de Debir, que também era chamada de Quiriate-Sefer.
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|Juízes 1:12|
Então Calebe disse: - Eu darei a minha filha Acsa em casamento ao homem que conseguir tomar Quiriate-Sefer.
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|Juízes 1:13|
Otoniel conquistou a cidade. Ele era filho de Quenaz, o irmão mais novo de Calebe. Então Calebe lhe deu a sua filha Acsa em casamento.
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|Juízes 1:14|
Quando Acsa foi morar com Otoniel, ela insistiu com ele que pedisse ao pai dela algumas terras. Acsa foi para o lugar onde Calebe estava, e, quando ela desceu do jumento, o seu pai perguntou: - O que é que você quer?
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15
|Juízes 1:15|
- Eu quero um presente! - respondeu ela. - Já que o senhor me deu uma terra seca, me dê também algumas fontes de água. Então Calebe lhe deu as fontes que ficavam nas terras altas e nas baixas.
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16
|Juízes 1:16|
Os descendentes do sogro de Moisés, que era queneu, saíram com o povo de Judá e foram de Jericó, a cidade das palmeiras, para o deserto de Judá, que fica ao sul de Arade. E ali viveram com os amalequitas.
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|Juízes 1:17|
O povo de Judá e o de Simeão se juntaram e atacaram os cananeus da cidade de Zefate. Em nome de Deus, eles destruíram completamente a cidade e mudaram o seu nome para Horma.
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18
|Juízes 1:18|
Eles não tomaram Gaza, Asquelom e Ecrom e os seus territórios vizinhos.
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19
|Juízes 1:19|
O SENHOR Deus ajudou o povo de Judá, e eles conquistaram a região das montanhas. Mas não puderam expulsar os moradores do litoral porque estes tinham carros de ferro.
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20
|Juízes 1:20|
Como Moisés havia mandado, a cidade de Hebrom foi dada a Calebe. E ele pôs para fora dali os três filhos de Anaque.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva