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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Nova Tradução na Linguagem de Hoje -
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|Juízes 1:32|
O povo de Aser viveu com os cananeus que moravam ali, pois eles não tinham sido expulsos.
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|Juízes 1:33|
A tribo de Naftali não expulsou o povo que morava nas cidades de Bete-Semes e Bete-Anate. Os cananeus viveram com o povo de Naftali, mas eram obrigados a trabalhar para eles.
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34
|Juízes 1:34|
Os amorreus forçaram a tribo de Dã a se retirar para as montanhas e não os deixavam descer ao vale.
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35
|Juízes 1:35|
Os amorreus ficaram vivendo nas montanhas de Heres, em Aijalom e em Saalabim, mas o povo da tribo de José os dominou e os forçou a trabalhar para eles.
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36
|Juízes 1:36|
As terras dos amorreus começavam na subida do Escorpião e em Sela e iam na direção norte.
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1
|Juízes 2:1|
O Anjo do SENHOR foi de Gilgal a Boquim e disse aos israelitas: - Eu tirei vocês da terra do Egito e os trouxe à terra que havia prometido aos seus pais. Eu disse: "Nunca quebrarei a aliança que fiz com vocês.
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2
|Juízes 2:2|
Não façam nenhum acordo com os moradores desta terra. Pelo contrário, derrubem os altares deles." Mas vocês não fizeram o que eu disse. Em vez disso, vejam o que fizeram!
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3
|Juízes 2:3|
Agora eu digo que não tirarei este povo do caminho de vocês. Eles serão seus inimigos, e os deuses deles vão ser tentações para vocês.
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4
|Juízes 2:4|
Quando o Anjo terminou de falar, todo o povo de Israel começou a chorar.
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5
|Juízes 2:5|
Por isso aquele lugar é chamado de Boquim. E ali eles ofereceram sacrifícios a Deus, o SENHOR.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva