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Peshitta (NT) -
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|1 Tessalonicenses 2:1|
ܘܐܢܬܘܢ ܝܕܥܝܢ ܐܢܬܘܢ ܐܚܝ ܕܡܥܠܢܢ ܕܠܘܬܟܘܢ ܠܐ ܗܘܐ ܤܪܝܩܐܝܬ ܗܘܐ ܀
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2
|1 Tessalonicenses 2:2|
ܐܠܐ ܠܘܩܕܡ ܚܫܢܢ ܘܐܨܛܥܪܢܢ ܐܝܟ ܕܝܕܥܝܬܘܢ ܒܦܝܠܝܦܘܤ ܘܗܝܕܝܢ ܒܐܓܘܢܐ ܪܒܐ ܡܠܠܢ ܥܡܟܘܢ ܒܦܪܗܤܝܐ ܕܐܠܗܢ ܤܒܪܬܗ ܕܡܫܝܚܐ ܀
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3
|1 Tessalonicenses 2:3|
ܒܘܝܐܢ ܓܝܪ ܠܐ ܗܘܐ ܡܢ ܛܥܝܘܬܐ ܐܦܠܐ ܡܢ ܛܢܦܘܬܐ ܐܦܠܐ ܒܢܟܠܐ ܀
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4
|1 Tessalonicenses 2:4|
ܐܠܐ ܐܝܟ ܡܐ ܕܒܩܝܢܢ ܠܐܠܗܐ ܕܬܬܗܝܡܢ ܤܒܪܬܗ ܗܟܢܐ ܡܡܠܠܝܢܢ ܠܐ ܐܝܟ ܕܠܒܢܝ ܐܢܫܐ ܢܫܦܪ ܐܠܐ ܠܐܠܗܐ ܗܘ ܕܒܩܐ ܠܒܘܬܢ ܀
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5
|1 Tessalonicenses 2:5|
ܐܦܠܐ ܓܝܪ ܡܡܬܘܡ ܐܬܚܫܚܢ ܒܡܡܠܠܐ ܫܕܠܐ ܐܝܟ ܕܝܕܥܝܢ ܐܢܬܘܢ ܘܠܐ ܒܥܠܬܐ ܕܝܥܢܘܬܐ ܐܠܗܐ ܤܗܕ ܀
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6
|1 Tessalonicenses 2:6|
ܘܠܐ ܒܥܝܢ ܫܘܒܚܐ ܡܢ ܒܢܝܢܫܐ ܠܐ ܡܢܟܘܢ ܘܠܐ ܡܢ ܐܚܪܢܐ ܟܕ ܡܫܟܚܝܢ ܗܘܝܢ ܝܩܝܪܐ ܠܡܗܘܐ ܐܝܟ ܫܠܝܚܐ ܕܡܫܝܚܐ ܀
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7
|1 Tessalonicenses 2:7|
ܐܠܐ ܗܘܝܢ ܒܝܢܬܟܘܢ ܡܟܝܟܐ ܘܐܝܟ ܡܪܒܝܢܝܬܐ ܕܡܚܒܒܐ ܒܢܝܗ ܀
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8
|1 Tessalonicenses 2:8|
ܗܟܢܐ ܐܦ ܚܢܢ ܡܚܒܒܝܢܢ ܘܡܤܘܚܝܢܢ ܠܡܬܠ ܠܟܘܢ ܠܐ ܒܠܚܘܕ ܤܒܪܬܗ ܕܐܠܗܐ ܐܠܐ ܐܦ ܢܦܫܢ ܡܛܠ ܕܚܒܝܒܝܢ ܐܢܬܘܢ ܀
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9
|1 Tessalonicenses 2:9|
ܥܗܕܝܢ ܐܢܬܘܢ ܓܝܪ ܐܚܝܢ ܕܠܐܝܢ ܗܘܝܢ ܘܥܡܠܝܢ ܒܥܒܕ ܐܝܕܝܢ ܒܠܠܝܐ ܘܒܐܝܡܡܐ ܕܥܠ ܚܕ ܡܢܟܘܢ ܠܐ ܢܐܩܪ ܀
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10
|1 Tessalonicenses 2:10|
ܐܢܬܘܢ ܤܗܕܝܢ ܘܐܠܗܐ ܐܝܟܢܐ ܐܟܪܙܢ ܠܟܘܢ ܤܒܪܬܗ ܕܐܠܗܐ ܕܟܝܐܝܬ ܘܟܐܢܐܝܬ ܘܕܠܐ ܪܫܝܢ ܗܘܝܢ ܠܘܬ ܟܠܗܘܢ ܡܗܝܡܢܐ ܀
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Sugestões

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14 de junho LAB 531
É EMOCIONANTE, NÃO ACHA?
JÓ 38-42
É com muita alegria que escrevo o último comentário sobre o livro de Jó deste ano. O interessante disso é que neste final, vamos falar de começo, de princípio, de origem. Jó e seus amigos estavam questionando sobre a existência, mas haviam esquecido de algo básico. Quando Deus entra na discussão, Ele chama a atenção para isso.
Você quer saber qual é o sentido da sua existência? Então precisa saber de onde veio e para onde vai. Alexander Vom Stein escreveu um livro científico alemão, que aborda o criacionismo bíblico. Logo na introdução, o autor já começa discutindo essa questão. Segundo ele, todo ser pensante, um dia, já fez para si as seguintes perguntas: “De onde venho?”, “Pra onde vou?” e “Para que vivo?”. Essas, na realidade, são perguntas sobre a origem, o futuro e o destino da vida. Então, Stein comenta que “Se a origem e o desenvolvimento de todas as coisas é um processo aleatório, então a pergunta sobre o futuro de todas as coisas não pode ser respondida. E em processos aleatórios tampouco se pode encontrar sentido e objetivo. Por isso, a resposta a essa pergunta [De onde venho] é importante para todo ser humano – pois disso depende a procura por um sentido em nossa vida” (Criação, pág. 7).
Essa é uma grande realidade: precisamos saber de onde viemos. A pouco tempo, uma amiga apareceu no MSN para falar comigo. Ela pediu para eu assistir a um vídeo na internet. Perguntei sobre o que se tratava. Era sobre o parto do nascimento da sua filhinha. Logo disse não, pois não aguento assistir a essas coisas. Mas ela insistiu dizendo que não tinha sangue e que estava bem editado. Resolvi arriscar e assisti ao vídeo. Foi a coisa mais linda ver os médicos dando bom dia para aquele serzinho com cinco segundos de existência, entregar o ser humano que tinha um minuto de existência nas mãos do pai, e o pai mostrando para a mãe ver a filha antes que ela tivesse três minutos de vida.
Fiquei emocionado. É lindo, místico, fora da possibilidade de qualquer explicação a magia que esse momento envolve: ver o surgimento da vida. E por mais que os cientistas queiram parecer os sabichões, os semideuses, os sobre-humanos, qualquer um se sente pequeno diante da origem da vida. Todos se admiram do fato de que existem coisas que não dá para se explicar nem no laboratório mais avançado do mundo. Ironicamente, é a coisa mais simples do mundo. Nenhum cientista, de forma artificial, jamais conseguiu reproduzir esse fenômeno da Natureza porque nele está o toque de Deus.
É emocionante!
Valdeci Júnior
Fátima Silva