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Peshitta (NT) -
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1
|1 Tessalonicenses 3:1|
ܘܡܛܠ ܕܠܐ ܚܡܤܢܢ ܨܒܝܢ ܠܡܦܫ ܒܐܬܢܘܤ ܒܠܚܘܕܝܢ ܀
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2
|1 Tessalonicenses 3:2|
ܘܢܫܕܪ ܠܘܬܟܘܢ ܠܛܝܡܬܐܘܤ ܐܚܘܢ ܘܡܫܡܫܢܐ ܕܐܠܗܐ ܘܡܥܕܪܢܢ ܒܤܒܪܬܗ ܕܡܫܝܚܐ ܕܢܫܪܪܟܘܢ ܘܢܒܥܐ ܡܢܟܘܢ ܥܠ ܗܝܡܢܘܬܟܘܢ ܀
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3
|1 Tessalonicenses 3:3|
ܕܠܐ ܐܢܫ ܡܢܟܘܢ ܬܬܩܛܥ ܠܗ ܒܐܘܠܨܢܐ ܗܠܝܢ ܐܢܬܘܢ ܓܝܪ ܝܕܥܝܢ ܐܢܬܘܢ ܕܠܗܕܐ ܗܘ ܤܝܡܝܢܢ ܀
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4
|1 Tessalonicenses 3:4|
ܐܦ ܟܕ ܠܘܬܟܘܢ ܗܘܝܢ ܓܝܪ ܩܕܡܢ ܐܡܪܢ ܠܟܘܢ ܕܥܬܝܕܝܢܢ ܠܡܬܐܠܨܘ ܐܝܟܢܐ ܕܝܕܥܝܢ ܐܢܬܘܢ ܕܗܘܐ ܀
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5
|1 Tessalonicenses 3:5|
ܡܛܠ ܗܢܐ ܐܦ ܐܢܐ ܠܐ ܚܡܤܢܬ ܥܕܡܐ ܕܫܕܪܬ ܕܐܕܥ ܗܝܡܢܘܬܟܘܢ ܕܕܠܡܐ ܢܢܤܝܟܘܢ ܡܢܤܝܢܐ ܘܢܗܘܐ ܥܡܠܢ ܤܪܝܩܐ ܀
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6
|1 Tessalonicenses 3:6|
ܗܫܐ ܕܝܢ ܡܢ ܕܐܬܐ ܠܘܬܢ ܛܝܡܬܐܘܤ ܡܢ ܨܐܕܝܟܘܢ ܘܤܒܪܢ ܥܠ ܗܝܡܢܘܬܟܘܢ ܘܥܠ ܚܘܒܟܘܢ ܘܕܐܝܬ ܠܘܬܟܘܢ ܥܘܗܕܢܢ ܛܒܐ ܒܟܠ ܥܕܢ ܘܤܘܝܢ ܐܢܬܘܢ ܠܡܚܙܝܢ ܐܝܟܢܐ ܕܐܦ ܚܢܢ ܠܟܘܢ ܀
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7
|1 Tessalonicenses 3:7|
ܡܛܠ ܗܢܐ ܐܬܒܝܐܢ ܒܟܘܢ ܐܚܝܢ ܥܠ ܟܠܗܝܢ ܥܩܬܢ ܘܐܘܠܨܢܝܢ ܡܛܠ ܗܝܡܢܘܬܟܘܢ ܀
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8
|1 Tessalonicenses 3:8|
ܘܗܫܐ ܗܘ ܚܝܝܢܢ ܐܢ ܐܢܬܘܢ ܬܬܩܝܡܘܢ ܒܡܪܢ ܀
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9
|1 Tessalonicenses 3:9|
ܐܝܕܐ ܓܝܪ ܬܘܕܝܬܐ ܡܫܟܚܝܢܢ ܠܡܦܪܥ ܚܠܦܝܟܘܢ ܠܐܠܗܐ ܥܠ ܟܠ ܚܕܘܬܐ ܕܚܕܝܢܢ ܡܛܠܬܟܘܢ ܀
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10
|1 Tessalonicenses 3:10|
ܐܠܐ ܕܩܕܡ ܐܠܗܐ ܝܬܝܪܐܝܬ ܢܬܟܫܦ ܒܠܠܝܐ ܘܒܐܝܡܡܐ ܕܢܚܙܐ ܐܦܝܟܘܢ ܘܢܓܡܘܪ ܡܐ ܕܚܤܝܪܐ ܗܝܡܢܘܬܟܘܢ ܀
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Sugestões

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04 de agosto LAB 582
ALGUMAS EXPLICAÇÕES
IsaÃas 45-48
Quero entregar-lhe algumas chaves teológicas. Creio que com elas você conseguirá abrir as portas que interpretam o principal do texto bÃblico de hoje. Sempre que lemos uma passagem bÃblica, queremos entendê-la, não é mesmo?
Por exemplo, você consegue dar uma explicação bÃblica sobre o rei Ciro? A referência é IsaÃas 45:1-13. Nesse texto, temos a comissão de Ciro. Do verso catorze em diante, o apresentado é Deus, o Salvador de todas as nações. Uma tentativa de esboçar a primeira parte desse capÃtulo, ou melhor, a obra de Ciro, nos dá a oportunidade de aprendermos três lições:
1) As nações daquela época seriam sujeitas ao rei Ciro. Seu destino não seria governar apenas um reino. Ele seria um tipo de homem mundialmente poderoso;
2) As portas iriam abrir-se diante de Ciro;
3) Os tesouros das nações seriam entregues ao rei Ciro.
Em IsaÃas 45:4-7, encontramos as razões do chamado de Ciro: a) Para que Israel fosse liberado; b) Para que a soberania divina fosse demonstrada (o verso 7 refere-se ao mal fÃsico = calamidade).
Da mesma forma, nos versos 8-13, aprendemos que a autoridade divina não pode ser questionada, pois Deus é o Criador e Mantenedor da própria justiça. A criatura querer arguir com o Criador é uma audácia. A autoridade de Deus sobre a natureza e a História é soberana.
Mas a segunda parte de IsaÃas 45 é a mais bonita, porque apresenta Deus como o Salvador de todas as nações. A previsão do autor era a de que mesmo os gentios reconheceriam a grande verdade de que não existe outro Deus além do Senhor Jeová (versos 14 e 15). Os idólatras podem até ser confundidos, mas aqueles que confiam em Deus jamais são confundidos (versos 16 e 17). A partir do verso 18, o profeta descreve que Deus é um Deus de ordem, pois triunfa sobre o próprio caos. Ele dá pronunciamentos que são verdadeiros. Veja o apelo que Ele faz a todas as nações versos 20-24, onde nos são mostradas a futilidade do culto idólatra, a realidade de que no Senhor há salvação para todos e a consciência radical de que mesmo os rebeldes, um dia, reconhecerão a vontade de Deus. Esse apelo deveria deixar-nos boquiabertos. A intenção do Senhor é justificar TODA a descendência de Israel, inclusive, do Israel espiritual (verso 25).
Isso é um resumo de IsaÃas 45. Mas existem muitas coisas boas para explorar. Se você quiser um resumo dos outros capÃtulos, com inclusão dos capÃtulos de ontem e de anteontem, leia IsaÃas 48. Esse capÃtulo resume e conclui todo o trecho de IsaÃas 40-47.
Que o próprio Deus revele-se a você.
Valdeci Júnior
Fátima Silva