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Peshitta (NT) -
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|Gálatas 4:1|
ܐܡܪ ܐܢܐ ܕܝܢ ܕܟܡܐ ܙܒܢܐ ܕܝܪܬܐ ܛܠܐ ܠܐ ܦܪܝܫ ܡܢ ܥܒܕܐ ܟܕ ܡܪܐ ܗܘ ܕܟܠܗܘܢ ܀
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2
|Gálatas 4:2|
ܐܠܐ ܬܚܝܬ ܐܦܛܪܘܦܐ ܐܝܬܘܗܝ ܘܪܒܝ ܒܬܐ ܥܕܡܐ ܠܙܒܢܐ ܕܤܡ ܐܒܘܗܝ ܀
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3
|Gálatas 4:3|
ܗܟܢܐ ܐܦ ܚܢܢ ܟܕ ܝܠܘܕܐ ܗܘܝܢ ܬܚܝܬ ܐܤܛܘܟܤܘܗܝ ܕܥܠܡܐ ܡܫܥܒܕܝܢ ܗܘܝܢ ܀
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4
|Gálatas 4:4|
ܟܕ ܡܛܐ ܕܝܢ ܫܘܠܡܗ ܕܙܒܢܐ ܫܕܪ ܐܠܗܐ ܠܒܪܗ ܘܗܘܐ ܡܢ ܐܢܬܬܐ ܘܗܘܐ ܬܚܝܬ ܢܡܘܤܐ ܀
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5
|Gálatas 4:5|
ܕܠܐܝܠܝܢ ܕܬܚܝܬ ܢܡܘܤܐ ܐܢܘܢ ܢܙܒܢ ܘܢܩܒܠ ܤܝܡܬ ܒܢܝܐ ܀
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6
|Gálatas 4:6|
ܘܕܐܝܬܝܟܘܢ ܕܝܢ ܒܢܝܐ ܫܕܪ ܐܠܗܐ ܪܘܚܐ ܕܒܪܗ ܠܠܒܘܬܟܘܢ ܗܝ ܕܩܪܝܐ ܐܒܐ ܐܒܘܢ ܀
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|Gálatas 4:7|
ܡܟܝܠ ܠܐ ܗܘܝܬܘܢ ܥܒܕܐ ܐܠܐ ܒܢܝܐ ܘܐܢ ܒܢܝܐ ܐܦ ܝܪܬܐ ܕܐܠܗܐ ܒܝܕ ܝܫܘܥ ܡܫܝܚܐ ܀
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|Gálatas 4:8|
ܗܝܕܝܢ ܓܝܪ ܟܕ ܠܐ ܝܕܥܝܢ ܗܘܝܬܘܢ ܠܐܠܗܐ ܦܠܚܬܘܢ ܠܗܢܘܢ ܕܡܢ ܟܝܢܗܘܢ ܠܐ ܗܘܘ ܐܠܗܐ ܀
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9
|Gálatas 4:9|
ܗܫܐ ܕܝܢ ܕܝܕܥܬܘܢ ܠܐܠܗܐ ܘܝܬܝܪܐܝܬ ܕܐܬܝܕܥܬܘܢ ܡܢ ܐܠܗܐ ܬܘܒ ܗܦܟܬܘܢ ܠܟܘܢ ܥܠ ܗܢܘܢ ܐܤܛܘܟܤܐ ܡܪܥܐ ܘܡܤܟܢܐ ܘܡܢ ܕܪܝܫ ܨܒܝܬܘܢ ܠܡܫܬܥܒܕܘ ܠܗܘܢ ܀
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10
|Gálatas 4:10|
ܝܘܡܐ ܘܝܪܚܐ ܘܙܒܢܐ ܘܫܢܝܐ ܢܛܪܝܬܘܢ ܀
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Sugestões

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07 de outubro AB 646
JESUS, HOMEM DE ORAÇÃO
Mateus 08-10
Logo após ter falado sobre a persistência na oração, Jesus saiu fazendo um monte de milagres. Por quê, será, não é mesmo?
Em Sua juventude, a madrugada e o crepúsculo vespertino muitas vezes O encontravam sozinho ao lado da montanha ou entre as árvores da floresta, passando uma hora silenciosa de oração e estudo da Palavra de Deus .
Quando o ministério de Cristo estava prestes a iniciar-se, Ele foi batizado pelas mãos de João. Ao sair da água, Ele Se ajoelhou à beira do Jordão e ofereceu ao Pai uma oração como o Céu jamais ouvira antes .
Ao Jesus ajoelhar-Se a beira do Jordão e oferecer Sua prece, a humanidade foi apresentada ao Pai por Aquele que havia coberto Sua divindade.
O próprio Jesus, enquanto Se encontrava entre [homens e mulheres], estava muitas vezes em oração. A oração vinha antes e santificava cada ato de Seu ministério. Por meio da oração Ele foi escudado para o dever e a provação.
...Sua humanidade tornou a oração uma necessidade e um privilégio
Numa vida toda votada ao bem dos outros, o Salvador achou necessário afastar-Se dos lugares movimentados e da multidão que O acompanhava, dia a dia. Precisava retirar-Se de uma vida de incessante atividade e contato com as necessidades humanas, para buscar sossego e ininterrupta comunhão com o Pai. Como uma pessoa identificada conosco, participante de nossas necessidades e fraquezas, dependia inteiramente de Deus, e no lugar oculto de oração buscava força divina, a fim de poder sair escudado para o dever e provação. Num mundo de pecado, Jesus suportou lutas e torturas de alma. Em comunhão com Deus, podia aliviar as dores que O esmagavam. Ali encontrava conforto e alegria .
...Ao terminar Seu trabalho diário, retirava-Se, noite após noite, da confusão da cidade, e Sua silhueta se inclinava em súplica ao Pai. Muitas vezes a claridade da Lua incidia sobre Ele, e de quando em quando as nuvens e trevas afugentavam toda luz. Ele freqüentemente persistia em Suas petições noite adentro, e o orvalho caía sobre Sua cabeça e barba, enquanto Ele permanecia em atitude suplicante. Ele saía revigorado desses momentos de oração, escudado para o dever e a provação .
Nenhuma outra vida já foi tão assoberbada de trabalho e responsabilidade como a de Jesus; todavia, quantas vezes estava Ele em oração! Quão constante era Sua comunhão com o Pai .
Muitos se acham tão absorvidos pelos cuidados e perplexidades mundanos que têm pouco tempo para orar, e sentem pouco interesse na oração. ... E oh, quão fervorosas e ferventes eram Suas súplicas!
Jesus foi um homem de oração.
Fonte: Ellen White.
Valdeci Júnior